Radicalmente contra a construção do estaleiro EBX em Biguaçu, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade apresenta como uma das principais justificativas que o investimento poderá comprometer o habitat dos golfinhos da espécie Sotalia guianenses, que vivem ali perto. Certa vez, alguns lunáticos chegaram a exigir de companhias aéreas que suas rotas de chegada e saída de Florianópolis ficassem a dezenas de milhas distantes de tal habitat, para não “estressar” os animais.
Sobre o episódio de um estupro praticado por três jovens adolescentes de 14 anos, em Florianópolis, o que se depreende é que os três guris pertencem a uma geração que não sabe ouvir um “não”, nem da namoradinha. Ganharam tudo de mão beijada, menos educação, sob todos os sentidos. Pertencem a uma geração de pequenos tiranos.
Depois que a Receita Federal anunciou que 32 mil catarinenses caíram na malha fina da Receita Federal neste ano, houve uma notável e estratégica retirada de figuras ilustres que se expunham diante de qualquer holofote, incluindo sinal de pisca-pisca de automóveis. Alguns porque efetivamente caíram; outros para não dar bandeira. Afinal, o Leão não dorme e adora importunar quem sente necessidade compulsiva de expor sinais exteriores de riqueza.
A empresa aérea uruguaia Buquebus lança em setembro uma linha aérea direta entre Montevidéu e Florianópolis. A empresa é muito conhecida na área de transporte marítimo na Bacia do Prata. Recentemente entrou no mercado aéreo.
Lei de origem legislativa, a de número 15.182, acaba de ser promulgada pelo presidente da Assembléia Legislativa. Ela assegura a gratuidade nos transportes coletivos públicos intermunicipais às pessoas com idade igual ou superior a 60 anos e renda inferior a dois salários mínimos. Cada ônibus deve reservar duas vagas gratuitas e dar desconto de 50% no valor para os idosos que as excederem.
Após a aprovação, pelo Congresso Nacional, do polêmico projeto que reforma o Código Florestal, será necessário abrir uma discussão ampla sobre a remuneração por serviços ambientais, defendeu ontem o deputado federal catarinense Odacir Zonta (PP). Vários membros da comissão especial que analisa mudanças no Código defenderam a necessidade de se discutir mecanismos nacionais e internacionais de remuneração por ações de preservação ambiental.
O mesmo grupelho, de sumidades gaúchas e paulistas, que conseguiram banir a literatura catarinense das grades curriculares da única universidade federal do Estado – e nós, catarinenses, acovardados, não fizemos nada contra esse crime contra nossa cultura – é o que agora dita, após passar por um conselho dominado pelo mesmo grupelho, o que a editora da mesma instituição deve e não deve publicar. O que era e é catarinense não tem maior importância.
Mais um round na polêmica briga pela titularidade de cartórios em Santa Catarina. O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), indeferiu pedido de liminar no Mandado de Segurança impetrado na Corte em favor de Lilian Costa Cardoso. Com a decisão, a servidora continua afastada do cargo de titular interina do Tabelionato de Notas e Ofício de Protesto e Títulos da Comarca de Criciúma. O mandado foi impetrado contra decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que negou liminar e determinou o arquivamento de pedido de providências por meio do qual a servidora solicitava sua recondução à titularidade interina da referida serventia e o consequente afastamento de Maria do Carmo de Toledo Afonso, a quem foi transmitido o acervo depois de nomeada e empossada ante a aprovação em concurso público.
O Pleno do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, em sessão extraordinária, nesta quarta-feira, vai se pronunciar sobre o plano de expansão do Poder Judiciário estadual, que prevê a instalação de 43 novas varas e a criação de mais 10 cargos de desembargador e seis cargos de juiz de direito substituto de 2º grau.
Em noticia, hoje, informando que a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) já fabrica ecstasy, a Policia Federal afirma que Santa Catarina foi o maior produtor da base da droga no Brasil. Sua principal matéria prima se chama o safrol, componente químico usado pela indústria de cosméticos, inseticidas e produtos de limpeza. Era extraída da canela do sassafrás, cujo corte está proibido desde 1991. A PF suspeita que os donos de laboratório de fabricação de ecstasy descoberto em Imarui, no sul catarinense, no ano passado, compravam safrol de antigos produtores do Estado, no Vale do Itajai.