Duodécimo

Criciúma pode dar o ponta pé inicial de um movimento que teria tudo para se disseminar pelo Estado, já que tem óbvio apoio popular, para redução do duodécimo, o repasse que os prefeitos mandam  para manter as câmaras de vereadores. Em Criciúma é de 5% sobre a receita municipal e representa tanto dinheiro que no final do ano o Legislativo devolveu R$ 8,1 milhões de “sobras”.  O novo presidente, Tita Beloli (MDB), promete encarar o assunto de frente, mas não garante o corte pela metade (2,5%), como quer o Observatório Social local.

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