Impressões de viagem
A 23ª excursão dos Manezinhos da Ilha tem 63 integrantes. A primeira etapa da viagem de 11 dias começou sexta-feira, 3, por Amsterdã, onde as impressões foram múltiplas. Mas o que impressionou mesmo foi o número de bicicletas e de ciclistas, tanto na cidade como na zona rural. Todas as pessoas, desde criançinhas e octogenárias, as usam para trabalhar e passear. A rede cicloviária também impressiona. Ao lado de moderníssimas auto-estradas que cortam todo país, estão lá as ciclovias. Todos ficaram imaginando o que seria de Florianópolis se houvesse mais ciclovias.
Clésio Moreira dos Santos, nosso Margarida, que faz apresentações de árbitro de futebol, participou da concorrida Parada Gay de Amsterdã, domingo. Vários brasileiros o reconheceram pela roupa que usava (cor-de-rosa) e tiraram muitas fotos.
Uma impressionante cena deixou quatro manés embasbacados no domingo, num passeio de barco (há centenas, de todos os tamanhos e preços para um giro) pelos vários canais de Amsterdã: uma chinesa, em apuros fisiológicos e sem alternativa de banheiro no barco, baixou as peças intimas e despejou liquido e sólido na água, na frente de todo mundo. Aliviada, voltou a seu lugar e terminou o passeio na maior cara de pau.
Na Holanda é raríssimo se encontrar um carro com vidros fumê, que no Brasil tem como serventia maior não mostrar quem está dentro do veiculo e, com isso, dificultar as coisas para os bandidos. Aqui eles não tem medo da violência, que é reduzida, a ponto do seu governo ter oferecido espaço nas suas prisões, recentemente, para países vizinhos, desde que paguem por isso, lógico. Os holandeses tem compulsão por luz, muita luz, já que o inverno tem dias reduzidos, de muita neve eneblina densa, condicionando-os a ficar em casa ou sair muito pouco. R.S., de Varsóvia).
Que bom que você está tendo contato com tantas coisas que o espantam, Raul! Viagem longa é pra isso mesmo! É pra ver coisas diferentes, culturas diferentes. E a Holanda é um prato cheio para isso! E imagino como você está sentindo-se… há muitas coisas que as palavras não conseguem traduzir, não é mesmo? Pelo menos foi isso que senti quando estive no Canadá. A educação/gentileza do povo (maioria) e o respeito dos órgãos públicos com o contribuinte são de arrepiar.