Linguagem deselegante
21, junho, 2010
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) está remetendo à seccional catarinense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) peças de um processo lá julgado sexta-feira em razão de infração de cunho ético-deontológico praticada pelo advogado da parte. O ministro Walmir Oliveira da Costa, relator do processo, destacou que o advogado se utilizou de expressões injuriosas e, por isso, ofensivas à dignidade da justiça e ao conteúdo ético da ação. Ao manifestar-se sobre a sentença que provocou o recurso ao TST, o defensor expressou-se qualificando-a como “ultrapassada” e “paupérrima”.
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