O instável acordo costurado domingo pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com os presidentes do Senado e Câmara, David Alcolumbre e Hugo Motta, respectivamente, para aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), vai enfrentar forte oposição e até pode ser derrubado no Congresso diante da apresentação de uma Proposta de Emenda Constitucional para extinguir o tributo. A iniciativa é da poderosa Frente Parlamentar pelo Livre Mercado (FPLM), sob a liderança da deputada federal Caroline De Toni (PL-SC).