Após muitas idas e vindas, a indenização ficou definida em R$ 7,2 milhões, diante de uma pedida inicial de R$ 981 milhões. Só que três ministros votaram a favor de um novo parecer que contrariou entendimentos da Antaq e de duas áreas técnicas do TCU, multiplicando a dívida em 454 vezes, chegando a R$ 3,2 bilhões. Só que por 5 votos a 3 o plenário do TCU desarmou a bomba, manteve o valor de R$ 7,2 milhões, abortando esta guinada muito suspeita e assim desobrigando a União (o otário do contribuinte, afinal) a pagar uma indenização de R$ 3,2 bilhões.