O ministro catarinense do Superior Tribunal de Justiça, Marco Buzzi é, indiretamente, personagem de um caso que começa a ganhar repercussão nacional. Esta semana a Polícia Federal pediu ao ministro “supremo” Cristiano Zanin autorização para aprofundar investigação sobre vendas de decisões judiciais. Um dos alvos é a filha de Buzzi, Catarina, advogada, que teria relacionamento pessoal com um dos donos da empresa Fource, Haroldo Augusto Filho, a quem se atribui “influência direta” em gabinetes do STJ.