A investigação da Polícia Federal que apura um esquema de venda de sentenças no Superior Tribunal de Justiça encontrou indícios de repasse de R$ 1,12 milhão à filha do ministro catarinense Marco Buzzi, a advogada Catarina, no celular de Andreson de Oliveira Gonçalves, lobista pivô do inquérito que já identificou três núcleos integrados por servidores de gabinetes de quatro ministros, que não são investigados, ainda.