O nosso escritor-mor, Deonísio Da Silva, postou que, na sua opinião, o maior poliglota do mundo foi e ainda é Carlos Freire do Amaral, um gaúcho que morava anônimo em Florianópolis e que foi vítima da covid-19. Conhecia cerca de 115 idiomas. Conhecimento que lhe causou embaraços, como uma prisão, no período pós-64, porque a ditadura achou suspeito que ele soubesse russo.