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Liberdade feminina 2

Em todo país a média de adoção do sobrenome do marido é de 39,7% dos matrimônios. Especialistas dizem que os dados refletem um movimento de independência feminina, com a progressiva qualificação profissional e entrada no mercado de trabalho. Os quatro Estados com maior percentual de mulheres trocando o sobrenome (SC, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro) estão entre as principais economias brasileiras. Costumes regionais, influências religiosas, status e falta de informação, além do custo em si, estão entre fatores que contribuem para as diferenças.