Documento obtido pela “Folha de S. Paulo” diz que ao sancionar a lei estadual que proíbe as cotas raciais nas universidades públicas do Estado (Udesc e Acafe), o governador Jorginho Mello ignorou totalmente parecer contrário da Secretaria de Estado da Educação. O parecer foi enviado dia 12 deste mês à Secretaria da Casa Civil. A lei foi sancionada dia 22. A Diretoria de Ensino da SED argumentou pela
inconstitucionalidade e expôs o que chamou de perigos da medida “num Estado marcado por profundas assimetrias raciais”.