Diante de tal índice de cobertura, “constrangedor e alarmante”, como qualifica o próprio TCE, entre as questões a serem trabalhadas estão as chamadas “soluções alternativas”, que são adotadas no âmbito das cidades, mas que acabam não sendo validadas para efeitos de atendimento. O caminho é avançar na regulamentação desses serviços.