“Especialistas” teriam alertado o MPF para “os graves riscos da poluição luminosa na orla”. Estudos anexados ao processo, apontam que a luz artificial forte desorienta aves marinhas, insetos e, fundamentalmente, tartarugas marinhas, afastando as fêmeas das áreas de desova e impedindo que os filhotes encontrem o caminho seguro em direção ao mar. Perguntar não ofende: será que toda fauna escolheu exatamente aquele ponto como único na região conviver no seu mundo?