Quanto a equidade de gênero, a UFSC continuará incentivando políticas nas suas pró-reitorias e cursos, incluindo uso de linguagem inclusiva e metas de 50% de paridade em cargos de chefia e órgãos deliberativos. No eixo de enfrentamento, a universidade já tem uma rede de acolhimento e um fluxo de denúncias via ouvidoria. O próximo passo prevê demissão em casos de assédio comprovado e medidas protetivas. Iniciativas que merecem aplauso.