O caso Mariana Ferrer, que derivou na lei nacional do mesmo nome, chegou à Organização das Nações Unidas (ONU), que já está cobrando explicações do Brasil, através do Itamaraty, nas quais questiona andamento de medidas disciplinares contra envolvidos e de reparações prestadas à vítima. Hoje jurista, a então promotora de eventos foi vítima de estupro em uma casa noturna de Florianópolis, em 2018. Na mais recente decisão de seu caso, o Supremo Tribunal Federal, por unanimidade, e com repercussão geral (que deve ser adotada em julgamentos de crimes sexuais em todo o país de agora em diante), deliberou que provas em processos por crimes sexuais são nulas se forem obtidas em desrespeito aos direitos fundamentais da vítima, como dignidade e honra.