Na análise, na Alesc, anteontem, suspensa por um pedido de vistas, de um novo projeto do deputado Alex Brasil (PL), propondo que os beneficiários de cotas nas universidades e ensino técnico estaduais não sejam mais raciais – projeto dele e lei derivada foram declarados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal – e, sim, em sequência, para quem cursou integralmente o ensino médio em escolas públicas, seja portador de deficiência, enquadrado em critérios de renda familiar e, por fim, cotas raciais, foi diferente. Houve plateia, com direito a vaias e protestos, do movimento negro presente.