O ministro afastado do Superior Tribunal de Justiça, Marco Buzzi encaminhou à Corte uma defesa de 262 páginas em que tenta colocar em xeque os depoimentos das vítimas e de testemunhas, inclusive funcionários do seu gabinete, a quem qualifica de “telefones sem fio” e “fofoqueiros” sobre o seu comportamento. Também recorreu a um laudo apontando sofrer de disfunção erétil e ter “severas limitações físicas” para negar as acusações. Em Timbó, sua terra natal, e no TJ-SC, onde atuou, não se fala noutra coisa.