Vai e volta o finado Banco do Estado de SC (Besc) frequenta a mídia, e de forma negativa. A notícia do momento é que o agora encrencado banco Digimais, controlado pelo grupo Record, do bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, comprou R$ 271,4 milhões de seus papéis podres por meio de um fundo de investimentos chamado Betel. Operação igual à feita pelo Banco Master, que para inflar seus balanços comprou os mesmos títulos, que não valem praticamente nada no mercado, como se valessem milhões. Até recentemente, os fundos do Master e do Digimais eram administrados pela Reag, gestora que foi liquidada pelo Banco Central em janeiro deste ano. Na última quinta-feira ele divulgou balanço com prejuízo de R$ 581,4 milhões no primeiro semestre deste ano.