A novela do ministro catarinense do Superior Tribunal de Justiça, Marco Buzzi, que em agosto foi afastado do cargo acusado de assédio e importunação sexual, mas ainda recebendo vencimentos proporcionais ao tempo de contribuição, teve um novo capítulo esta semana: a Advocacia-Geral da União ajuizou no Supremo Tribunal Federal uma ação para pedir a perda do seu cargo.