Jorginho Mello espera uma agenda com ex-presidente Jair Bolsonaro (que não pode receber visitas, a não ser as autorizadas pelo “supremo” Alexandre de Moraes) para, pessoalmente, levar “presentes”: sua reeleição para mais um mandato, por SC ter dado uma das maiores votações proporcionais no país para Flávio à Presidência, e as eleições de Carlos para o Senado e Jair Renan para a Câmara dos Deputados.