Levantamento do jornal “O Globo” a partir das informações oficiais divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta que SC é o Estado com a menor concentração de candidatas pretas nas eleições deste ano; o oposto acontece na Bahia. SC, Paraná e Ri Grande do Sul também registram as maiores concentrações de mulheres brancas dentre as candidaturas. O Rio Grande do Sul lidera com 76,39%, seguido por SC com 75,89% e o Paraná com 71,67%. Na representação negra, a porcentagem mais baixa é a catarinense, onde 21,74% das concorrentes se declaram pretas e pardas.
Dois estudantes de ensino médio pediram para este espaço ajudá-los a “abrir a cabeça” da Universidade do Estado (Udesc), a quem dizem já ter apelado, mas sem resposta. Reclamam que a instituição não inclui o italiano como uma das duas opções de língua estrangeira em seus vestibulares, como o atual, com inscrições bertas. Só oferece o inglês e o espanhol. Para lembrar: mais da metade da população de SC tem ascendência italiana. A UFSC o oferece, além do alemão, espanhol, francês e inglês. Também para lembrar: estima-se que 30% da população de SC tem origem germânica.
Denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), em 30 de março de 2016, pelos crimes de corrupção passiva e ocultação de bens no âmbito da Operação Lava Jato, agora, 10 anos depois e com sua vida política e pessoal destroçada, o ex-deputado federal por SC, João Pizzolatti (PP), foi absolvido pela Justiça Federal de Brasília, a pedido do Ministério Público Federal, por falta de provas. No esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato, em depoimentos das delações premiadas feitas pelo doleiro Alberto Youssef e pelo ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, apontaram que Pizzolatti “compunha o grupo de parlamentares do PP que, de maneira estável e permanente, atuava visando sua manutenção e operacionalização”.
Uma prova do prestígio cada vez maior da Maratona Internacional de Floripa, sábado e ontem, com 19 mil atletas de todo o Brasil e de 26 países: a Mizuno, marca japonesa reconhecida pela inovação e tecnologia esportiva, participou do evento apresentando o Hyperwarp Pro, modelo de tênis voltado para atletas de alta performance. Até então alguns privilegiados corredores o tinham testado nas maratonas de Amsterdam e de Athenas.
Alegando inconstitucionalidade e contrário ao interesse público, e após consultas à Procuradoria-Geral do Estado e Secretaria de Estado da Saúde, o governador Jorginho Mello vetou integralmente projeto de lei de origem legislativa dispondo sobre o atendimento prioritário, nos serviços públicos, às pessoas com epilepsia em SC.
Enquanto segue o embate político-ideológico sobre o polêmico assunto, quase sempre sobrepujando o bom senso, eis que, silenciosamente, o governo estadual decide tomar rédeas. Pelo decreto 1.675, publicado sexta-feira, foi instituído o Programa Muito Além das Ruas, voltado à padronização do atendimento, abordagem, cadastro e da reinserção da pessoa em situação de rua com base na atuação intersetorial, na escuta ativa e no respeito aos direitos fundamentais.
No Ranking de Competitividade dos Estados, que agora tem SC como novo líder após 14 anos de supremacia de São Paulo, a coluna foi checar comentários de leitores do “Estadão” sobre o assunto. Um deles, Luiz Ferreira, diz que se SC fosse um país teria um crescimento em média do dobro do Brasil nos últimos 10 anos, quase crescimento chinês. “Estado que nunca foi governado pela esquerda, talvez o mais de direita no Brasil (…) onde a favelização não é permitida: chegou sem ter onde ficar e sem emprego certo, ganha bilhete de volta para seu Estado”.
Demonstrando muito conhecimento sobre o Estado, afirma que a economia catarinense teve um crescimento real acumulado de aproximadamente 20,4% entre 2020 e 2025. Além disso, o PIB nominal de 2020 a 2025 passou de R$ 349 bilhões para R$ 604 bilhões, 73% em cinco anos, com inflação incluída. Um ponto especialmente interessante é 2024: SC teria crescido 5,2%, contra 3,4% do Brasil. Em 2025, a estimativa é 3,9% para SC contra 2,3% para o Brasil.
Carlos Lemos, outro dentre dezenas de leitores, escreveu: “ Isso é um tapa na cara de quem critica SC por ser um Estado sério. Onde se tenta realmente colocar as coisas para funcionarem. Claro que isso tem a ver com a população local, que nada se parece com os norte-americanos do sul. O Nordeste continua onde sempre esteve, sugando os estados do Sul e Sudeste, e o Rio de Janeiro, apesar de belo, continua ineficiente. Por que será?”.