Interessante levantamento feito pelo jornal “O Globo” detectou bens dos mais inusitados declarados por candidatos às eleições deste ano, como fuzis, 4 mil cabeças de gado, motel e biblioteca com 8 mil livros. Pela Lei Eleitoral, eles são obrigados a listar aquilo que compõe seu patrimônio, como imóveis, veículos, participação em empresas e aplicações financeiras, entre outros.
Interessante levantamento feito pelo jornal “O Globo” detectou bens dos mais inusitados declarados por candidatos às eleições deste ano, como fuzis, 4 mil cabeças de gado, motel e biblioteca com 8 mil livros. Pela Lei Eleitoral, eles são obrigados a listar aquilo que compõe seu patrimônio, como imóveis, veículos, participação em empresas e aplicações financeiras, entre outros.
De SC se destaca o produtor agropecuário Jeferson Rocha (PRD), candidato ao Senado. Registrou a posse de um fuzil Taurus T4 calibre 5.56 no valor de R$ 11 mil e uma pistola Glock de R$ 3,8 mil. Lageano de nascimento, declarou R$ 14.043.458 em bens ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É a terceira eleição que disputa desde 2018, com passagem por três partidos (DEM, PROS e PRD).
Pela autodeclaração dos candidatos ao TSE é possível saber quem tem os maiores patrimônios. O de 15 candidatos entre os mais ricos soma R$ 4,69 bilhões. O líder no quesito é Luiz Osvaldo Pastore (PL-TO), candidato a 1º suplente de senador, que declarou uma fortuna de R$ 677,7 milhões.
Na segunda colocação está o catarinense Antídio Aleixo Lunelli (MDB), candidato ao Senado, com R$ 613,2 milhões. Conhecido no setor têxtil, já ocupou o cargo de prefeito de Jaraguá do Sul duas vezes. Sua declaração de bens é composta majoritariamente por participações em suas empresas. Em 1980 ele fundou a empresa que deu origem ao Grupo Lunelli, hoje um conglomerado têxtil dono de marcas como Lunender, Lez a Lez e Hagar 33, com mais de 5 mil funcionários diretos e negócios também no agronegócio. Publicamente, ele diz que a fortuna é anterior à sua entrada na política, em 2016.
Se o governador Jorginho Mello comemora os baixos índices de violência em SC, que vai explorar ao máximo durante toda sua campanha pela reeleição, seu concorrente, Gelson Merísio (PSB), o candidato do presidente Lula por aqui, promete fazer melhor, se eleito. É que seu plano de governo na área contou com intensa participação de José Mariano Beltrame, que foi secretário estadual de Segurança Pública do Rio de Janeiro de 2007 a 2016, notabilizando-se nacionalmente. Agora delegado aposentado da Polícia Federal, faz palestras, onde o foco é sua experiencia na criação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).
Informou-se aqui, há dias, sobre uma operação em SC , envolvendo um grupo extremista integrado por jovens entre 19 e 31 anos, que em redes sociais não só difundiam conteúdo neonazista, antissemita e misógino, como estariam planejando invadir prédios públicos, em Brasília, durante a eleição de 4 de outubro. Os nomes de todos os envolvidos será enviado ao Tribunal Superior Eleitoral, para eventuais providências no âmbito de suas atribuições.
Famosa internacionalmente, a gastronomia peruana está chegando em SC, com um de seus primeiros restaurantes, aberto esta semana na localidade de Rio Tavares, no sul da Ilha de SC. Esteve presente o chef peruano Marco Espinoza, sócio e idealizador do Lima, que veio a Florianópolis para acompanhar pessoalmente o início da operação. Nascido em Lima e com mais de 25 anos de trajetória, o festejado chef possui atualmente 12 operações entre Rio de Janeiro, Brasília e Buenos Aires.
Depois de conhecer os preocupantes dados da Operação Pão e Circo, mês passado, que identificou um cartel e fraudes em licitações de shows artísticos, com 50 mandados de busca e apreensão em 18 municípios de SC, com bloqueio de cerca de R$ 9 milhões em bens e valores, o Tribunal de Contas agiu: acabou de encaminhar um ofício circular a todos os prefeitos e aos controladores internos dos 295 municípios alertando sobre os cuidados que devem ser observados na contratação de apresentações artísticas, shows e eventos promovidos pelas administrações municipais.
O respeitado apresentador e analista político William Waack (CNN e “Estadão”) avalia que “parte do Supremo Tribunal Federal já vê as próximas eleições com apreensão”. Para ele, “a mudança dos últimos quatro anos em relação à Corte foi a compreensão, por parte de vastos setores da sociedade e suas elites (muito além da franja bolsonarista), de que ela deixou de ser uma instituição de Estado, capturada por integrantes defendendo seus interesses particulares, lícitos ou não.” Não há como discordar.