Esperando El Niño
Em audiência pública, na Alesc, anteontem, para discutir os planos e ações das Defesas Civis estadual e municipais diante dos impactos climáticos previstos para o segundo semestre de 2026 em razão da possível atuação do El Niño, a Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil informou que há probabilidade superior a 80% de formação do fenômeno entre este mês e agosto, com possibilidade de intensificação ao longo da primavera e do verão.
Melhor avaliação
SC voltou a figurar entre os estados brasileiros com melhor avaliação de risco de crédito, conforme classificação da agência internacional Standard & Poor’s. O reconhecimento reforça a solidez das finanças estaduais e amplia a confiança de investidores e instituições financeiras. Por trás desse resultado está um trabalho técnico permanente desenvolvido pelos auditores estaduais de finanças públicas, responsáveis pelas áreas de orçamento, tesouro, contabilidade e informações fiscais. Segundo seu sindicato classista, a qualidade das informações, o planejamento e a responsabilidade na gestão fiscal são fatores essenciais para manter a credibilidade do Estado e criar condições para novos investimentos e desenvolvimento.
Cômico
Ganha ares de comicidade o caso do ministro catarinense afastado do Superior Tribunal de Justiça, Marco Buzzi. Laudos agora acrescentados aos autos querem demonstrar que o magistrado sofre de disfunção erétil. Seria uma forma de desqualificar as alegações das mulheres que o denunciaram. O processo agora tramita no Supremo Tribunal Federal.
Tragédia da Chapecoense
A queda do avião da LaMia que deixou 71 vítimas, entre jogadores e funcionários da Chapecoense, jornalistas e membros da tripulação, em novembro de 2016, na Colômbia, está ganhando mais uma história, no livro “Na rota do desastre”, de Ivan Sant’Anna, especialista em aviação e desastres aéreos. Ao longo do texto sustenta que a tragédia foi resultado de uma várias imprudências e falhas operacionais.
Candidata
Os analistas políticos da mídia impressa nacional relatam o dilema do senador Flávio Bolsonaro, que é encontrar uma mulher capaz de ampliar sua competitividade junto ao eleitorado feminino como sua companheira de chapa à vice-presidência, e dar uma certa ordem nas suas linhas diante da recente manifestação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Quanto à primeira parte do dilema a deputada federal catarinense Julia Zanatta (PL-SC) continua no radar. Disputam com ela a ex-presidente da Caixa, Daniella Marques, do Republicanos; a senadora Tereza Cristina (PP-MS), e a deputada estadual paulista Simone Marquetto (PP).
Adultização infantil
O governador Jorginho Mello sancionou a lei estadual 19.977/2026, uma das primeiras do país com tal sentido, que institui a Política Estadual de Prevenção e Combate à Exploração Comercial e à Adultização de Crianças. A norma proíbe a veiculação, em eventos, apresentações artísticas, peças teatrais, publicidade e atividades culturais, de conteúdos que caracterizem sexualização, erotização ou adultização de crianças e adolescentes.
Anti hip-hop (1)
O senador Hermes Klann (PL-SC) foi à tribuna bater no programa Escola Nacional de Hip-Hop, lançado pelo MEC, que utiliza elementos desse movimento cultural como ferramenta didática. Ressalvou que não questiona a legitimidade do hip-hop – surgido na periferia de Nova York, nos anos 1970, e caracterizado pelo gênero musical conhecido como rap – como manifestação cultural, mas sua adoção como política oficial de educação.
Anti hip-hop (2)
Para ele, o “hip-hop na sociedade tem sua história, seus artistas, seus adeptos, seu espaço legítimo na vida cultural do Brasil. Mas uma coisa é a cultura livre, viva e plural; outra, muito diferente, é o Estado brasileiro transformar essa expressão em política oficial de educação. E é exatamente isso que está errado”. Será?
Varejinho
Este espaço imagina a paciência dos desembargados da 4ª Câmara de Direito Civil do TJ-SC detidos, por longos minutos, talvez horas, no julgamento de uma ação, esta semana, em que foi mantida a responsabilização do tutor de um cão da raça pitbull pelo ataque a uma cadela de pequeno porte ocorrido num encontro inesperado ocorrido no deck de um restaurante. Um juiz de paz resolveria isso facilmente. Mas, enfim… O tutor foi condenado a pagar danos materiais e morais no valor de R$ 16,7 mil.