Escala 6×1 em SC
SC teria 1.042.178 trabalhadores diretamente beneficiados com o fim da escala 6×1 no Brasil. O número corresponde ao total de pessoas no Estado que hoje atuam nesse modelo de jornada e que, com a mudança, passariam a trabalhar em escala 5×2. Os dados, levantados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, mostram que SC tem hoje 1.288.207 trabalhadores já inseridos na escala 5×2, o equivalente a 55,28% do total identificado. Isso significa que 44,72% estão atualmente submetidos à escala com apenas um dia de descanso semanal. O fim da 6×1 é pauta prioritária para o governo Lula.
Filme
A viagem solitária entre a Namíbia, na África, e o Brasil, no barco “Paraty 1”, por Amir Klink, inspirou o filme “100 dias”, a ser lançado ainda neste ano, com o ator Filipe Bragança no papel do navegador. A propósito, o barco “Paraty 1” é uma das principais atrações do Museu Nacional do Mar, em São Francisco do Sul, do qual Klink foi um dos fundadores, fato que poucos sabem e reconhecem.
Eu primeiro
Pesquisa inédita da Quaest, envolvendo 2.004 pessoas e feita entre 8 e 11 de maio, revela o quanto é terrível a imagem dos congressistas – e, por extensão óbvia, dos 16 deputados federais e três senadores e SC. Constatou que 78% dos entrevistados consideram que eles “atuam mais em benefício próprio do que em benefício do país”. Há exceções, sim, mas a grande maioria é o que eleitor pensa que é.
30 milhões
Impressionam alguns dados, após um ano do início do projeto de monitoramento inteligente no Centro de Florianópolis. O sistema já acumula cerca de 30 milhões de leituras faciais e contribuiu para a localização de mais de 20 pessoas desaparecidas. A operação integrada é liderada pela Câmara de Dirigentes Lojistas da Capital, com participação do poder público e das forças de segurança. Envolve 24 câmeras de alta definição e reconhecimento facial em pontos estratégicos de grande circulação, como o Largo da Alfândega e o cruzamento da Rua Felipe Schmidt com a Rua Jerônimo Coelho e com a Rua Trajano.
Investir em saneamento (1)
O acesso pleno aos serviços de saneamento básico contribui para reduzir desigualdades, melhorar a saúde e a qualidade de vida da população e fortalecer atividades econômicas. Nesse contexto, o Instituto Trata Brasil divulgou o estudo “Benefícios Econômicos da Expansão do Saneamento em SC”, que apresenta os principais ganhos a partir da universalização dos serviços de água potável e da coleta e tratamento de esgoto no Estado.
Investir em saneamento (2)
Aponta que entre 2000 e 2022, cerca de 2,8 milhões de catarinenses passaram a ter acesso ao serviço de abastecimento de água tratada e 3 milhões ao serviço de coleta de esgoto em suas residências. Os benefícios alcançaram R$ 113,3 bilhões, sendo R$ 77,4 ilhões diretos (renda gerada pelo investimento e pelas atividades de saneamento e impostos sobre consumo e produção recolhidos) e R$ 35,9 bilhões devido à redução de perdas associadas às externalidades. Os custos sociais incorridos no período somaram R$ 55,6 bilhões. Assim, os benefícios excederam os custos em R$ 57,7 bilhões, indicando um balanço social positivo para o Estado.
Investir em saneamento (3)
Em 2024, 1,3 milhão de pessoas ainda moravam em residências sem acesso à água tratada. Significa que o déficit relativo de abastecimento de água ainda era de 16,2% da população, marca inferior à média nacional, de 18,1%. Quanto ao acesso à coleta de esgoto, o número foi maior: 5,8 milhões de habitantes ainda moravam em residências sem ele. Em termos relativos, indica que 72,3% da população não estava ligada à rede geral, um índice maior que a média do Brasil, que foi de 44,8% em 2024.
Royalties
Vinte Estados – SC entre eles – encaminharam ao Supremo Tribunal Federal, quinta-feira, memoriais com argumentos sobre a disputa envolvendo a distribuição dos royalties do petróleo. A maioria quer fazer valer a lei federal 12.734/2012, que está sendo contestada por suposta inconstitucionalidade, que ampliou a distribuição dos royalties para estados e municípios de todo o país, reduzindo a parcela destinada aos entes produtores, como Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo. Esses três, por razões evidentes, não assinaram os memoriais.
Mobilização
Com organização da Fiesc, a indústria catarinense, responsável por 934,3 mil empregos, o equivalente a 36,7% dos postos de trabalho no Estado, promove, desde ontem até sexta-feira, cinco dias de atividades sobre qualificação, inovação, bem-estar e saúde mental.