Visita íntima
21, dezembro, 2020
A Igreja Católica não é mais a mesma. A representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Regina Leão, votou a favor de resolução que autoriza menor a partir de 12 anos de idade (12 anos, é preciso repetir) a ter relações sexuais dentro das dependências das unidades socioeducativas. Além da CNBB votaram a favor a OAB, Central Única dos Trabalhadores (CUT) e algumas ONGs.
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Os governos Lula e Dilma atulharam o governo federal com esses conselhos, na tentativa de espelhar os sovietes russos. São instituições totalmente fora da realidade, que enxergam um mundo descolado da prática. Não adianta a população escolher um presidente e querer dar um rumo para o país, pois esses conselhos sempre estarão lá pra remar para o outro lado. Quem votou para a Igreja Catolica ocupar aquele cargo?
Eu, Paulo Vendelino Kons, lembro que o Governo Federal tenta reverter normalização do estupro, aprovada no Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – CONANDA por entidades como OAB, CNBB, CUT e Conselho Federal de Psicologia. A maioria desta organizações são representadas por mulheres no Conanda, que também defendem a liberação do aborto.
A inviabilidade de “quarto de visita íntima” em cada unidade do sistema e decreto presidencial está sob análise.
Na prática os representantes da CNBB. OAB, CUT, Conselho Federal de Psicologia, e outras ONGs abriram caminho para normalizar o estupro de maiores de 12 anos, mais fracos, subjugados e coagidos por internos maiores e mais fortes.
Eu, Paulo Vendelino Kons, lembro que o Governo Federal tenta reverter normalização do estupro, aprovada no Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – CONANDA por entidades como OAB, CNBB, CUT e Conselho Federal de Psicologia. A maioria destas organizações são representadas por mulheres no CONANDA, que também defendem a liberação do aborto.
A inviabilidade de “quarto de visita íntima” em cada unidade do sistema pode ser tema de decreto presidencial está sob análise.
Na prática, os representantes da CNBB. OAB, CUT, Conselho Federal de Psicologia, e outras ONGs abriram caminho para normalizar o estupro de maiores de 12 anos, mais fracos, subjugados e coagidos por internos maiores e mais fortes.