Para conter a insanidade no trânsito brasileiro, prefeituras só pensam em instalar radares de velocidade e agora há até um ranking das capitais, divulgado ontem, das que mais tem o equipamento. O Distrito Federal lidera. Tem 7,5 deles para cada 10 mil veículos fiscalizados. Na contramão, Florianópolis tem o pior indicador, de 0,08 radar para o mesmo grupo de veículos. Sua prefeitura está fazendo estudos técnicos para contratar mais controles de velocidade, de avanço de sinal e de parada sobre a faixa de pedestres nos principais pontos viários, no primeiro semestre do próximo ano.
Essa mazela tipicamente quintomundista brasileira e sedimentada principalmente em SC – o furto de fios metálicos – deve ganhar uma legislação estadual mais severa, conforme projeto em análise na Assembleia Legislativa, que endurece as regras para ferros-velhos e comércios de sucata, que deverão manter cadastro atualizado na Polícia Militar e registrar detalhadamente cada transação, incluindo identificação completa de fornecedores, origem dos materiais e documentação fiscal. Prevê penalidades, como multa de até R$ 50 mil, suspensão da atividade e apreensão de mercadorias.
O Conselho Universitário da UFSC iniciou esta semana o processo sobre a escolha da reitoria para o quadriênio 2026-2030. Uma comissão vai organizar e coordenar a consulta prévia, de caráter informal, à comunidade universitária, com voto paritário, com ponderação proporcional ao universo efetivo de votantes, de docentes e técnico-administrativos em efetivo exercício e de estudantes regularmente matriculados a partir de 16 anos, na graduação e na pós-graduação. A comissão eleitoral será instalada no próximo dia 10 de dezembro.
Estudos técnicos recentes identificaram que embora SC possua 92,3% de cobertura total com sinal de internet, ela é de apenas 48,12% nas suas áreas rurais. Para estas o governo estadual promete investir até R$ 578 milhões para ampliação, de forma a atingir o ideal máximo de 100%, incluindo também suas rodovias, a partir de 2026.
O Tribunal Superior de Trabalho (TST) decidiu que o Avai Futebol Clube, mesmo em recuperação judicial, com dívidas de mais de R$ 100 milhões, não tem direito ao benefício da justiça gratuita no caso de uma ação contra o clube movida por um preparador físico. O TST exigiu “provas robustas” e não apenas a alegação de recuperação judicial ou de crise financeira.
O ministro Alberto Balazeiro, relator do recurso, observou que a folha de pagamento de jogadores do Avaí hoje é de R$ 4 milhões e que há atleta que recebe R$ 125 mil mensal de salário: “Tenho muita dificuldade de compreender que um time desse porte não consiga pagar as custas processuais e o depósito recursal e tenha de recorrer ao pedido de justiça gratuita”, afirmou.
O abominável assassinato da jovem Catarina Karsten, no último fim de semana em Florianópolis, engorda uma estatística aterradora em SC: somente neste mês, até ontem, foram registrados nove casos de feminicídios.
O infantil episódio da tornozeleira de Bolsonaro lembra o que nos ensinava Einstein: “Há duas coisas que são infinitas: o universo e a estupidez humana”. Sobre o universo, tinha ainda alguma dúvida.
O Instituto Internacional Juarez Machado comemora 11 anos com programação cultural gratuita e exposição de 500 fotos de fãs e amigos
com o artista. Domingo, 29, das 9 às 18 horas, o magnifico espaço joinvilense estará aberto ao público com diversas atrações culturais que reafirmam seu compromisso em promover experiências artísticas e fortalecer o diálogo entre arte, educação e cidadania. Um dos destaques é a exposição Juarez e Eu, resultado de uma campanha que mobilizou admiradores do artista. Mais de 500 fotos foram enviadas por pessoas que, em diferentes momentos e lugares, registraram encontros e lembranças ao lado de Juarez Machado.