O senador Jorge Seif (PL-SC) foi à tribuna criticar a condução da conferência das Nações Unidas sobre mudança do clima (COP 30). Disse que o evento se transformou em palco de discursos distantes da realidade do Brasil e que o país “se ajoelha a uma agenda ideológica imposta por potências estrangeiras”. Olha….
A possibilidade de a Chapecoense (através da Arena Condá), e o Athletico (Arena da Baixada, em Curitiba), integrarem a Série A do futebol brasileiro em 2026, aumenta o número de estádios com gramado sintético. Os que já o usam são o Allianz Parque, do Palmeiras; Nilton Santos, do Botafogo, e Arena MRV, do Atlético-MG. O Flamengo lidera um grupo de clubes que é contrário à tecnologia e quer seu fim. Diz que compromete o desempenho dos atletas e as finanças dos clubes.
Revelação espantosa feita no Seminário de Enfrentamento às Organizações Criminosas, sexta-feira passada, em Florianópolis, que reuniu autoridades, forças de segurança e especialistas de várias regiões do país, para discutir as novas dinâmicas do crime organizado e as estratégias institucionais para seu enfrentamento: o delegado da Polícia Civil de SC, Antônio Claudio Seixas Jóca, que chefia a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado, afirmou que a principal facção por aqui (Primeiro Comando da Capital, o PCC) tem cerca de 20 mil integrantes no Estado. Desconhecia-se, até então, tal número, que é o dobro de todo efetivo atual da Polícia Militar e SC.
Salientou que esta facção e as demais locais estão se aliando e aprendendo com as organizações criminosas de âmbito nacional, ampliando o leque de atuação para captação de recursos. Para ele, o combate eficiente a tais organizações depende da integração entre as instituições e que está crédulo de que não se faz nada sozinho.
Em toda esta briga sobre quem serão os dois candidatos da direita ao Senado por SC em 2026, com discussões e até agressões pesadas e verbais, públicas, entre os principais personagens nos últimos dias, um fato se destaca: ninguém pede desculpas a ninguém, sinal de que as diferenças tendem a aumentar cada vez mais. Ouve-se dizer aqui e acola, em rodas, que continuando assim, poderá emergir das urnas em 2026 uma grande surpresa porque essa novela bolsonarista este enchendo. Quem viver, verá.
Toda semana ouve-se, lê-se ou vê-se sobre tiroteios e mortes de estudantes em escolas dos Estados Unidos. Eis que uma missão internacional do Comitê Integra, da Assembleia Legislativa de SC, está lá, em visitas técnicas a distritos escolares para conhecer suas políticas de segurança e prevenção à violência e obter referências, que, evidentemente, existem. Não seria o contrário? Existe aqui o eficiente Programa Escola Mais Segura, em que mais de 440 policiais e bombeiros fortalecem a presença preventiva nas unidades escolares e promove ações permanentes de cultura de paz, mediação de conflitos e formação cidadã.
Começa hoje e vai até amanhã, no campus da UFSC, em Florianópolis, o Festival Estudantes Contra a Guerra, com programação cultural gratuita com o intuito “de denunciar o imperialismo e a violência”, diz sua divulgação. Organizado pelos DCEs da UFSC e Udesc e União Florianopolitana dos Estudantes Secundaristas (UFES), a programação reúne shows, oficinas, feiras, teatro, cinema, batalhas de poesia e rodas de conversa, além de atos políticos e plenárias sobre a violência policial, o genocídio em Gaza e nas periferias brasileiras.
A Universidade do Estado (Udesc), divulgou a relação de candidatos por vaga no Vestibular de Verão 2026, entre os inscritos para a prova presencial, que será aplicada dia 30 em nove cidades. Dois cursos em Florianópolis estão na ponta: Fisioterapia (82,56 candidatos por vaga) e bacharelado em Educação Física (44,78). O terceiro mais concorrido é Medicina Veterinária (35,69), em Lages.
As 200 Apaes existentes em SC podem se acalmar, por enquanto: diante de forte reação política no Congresso, o governo Lula aceitou alterar o prepotente decreto que, de uma hora para outro e imposto de cima, sem nenhuma discussão, desmonta o modelo educacional que garante atendimento individualizado a estudantes com deficiência intelectual e múltipla. Da forma como apresentado, eliminava, na prática, o apoio técnico e financeiro às escolas especiais, como as Apaes.