Defesa da mulher
Em SC, operações do Governo Federal, em parceria com o estadual, prenderam 862 suspeitos de crimes contra mulheres. As detenções ocorreram no âmbito da Operação Mulher Segura, entre 19 de fevereiro e 5 de março.
Em SC, operações do Governo Federal, em parceria com o estadual, prenderam 862 suspeitos de crimes contra mulheres. As detenções ocorreram no âmbito da Operação Mulher Segura, entre 19 de fevereiro e 5 de março.
Estudo divulgado pelo Movimento Profissão Docente, que analisou os salários dos professores de 2025 com base em dados oficiais, mostram que um docente, sem contar as gratificações e prêmios, começa sua carreira ganhando uma média de R$ 6,2 mil. A rede estadual com o mais alto salário inicial é a do Mato Grosso do Sul, com R$ 13 mil, e a que oferece o mais baixo é a do Rio de Janeiro, com R$ 4,8 mil. A de SC está num nada honroso 22º lugar no ranking: R$ 5.026,80.
Uma série de crimes praticados com extrema violência contra três mulheres resultou na condenação de um homem a 85 anos, seis meses e 28 dias de prisão em São José, na quinta-feira, uma das mais altas em julgamentos recentes. O réu, de 39 anos, está preso na Penitenciária de Florianópolis e foi levado a julgamento pelos crimes de tentativa de feminicídio, estupro de vulnerável, roubo e extorsão contra uma mulher, bem como por extorsão contra outras duas mulheres.
A atuação do Ministério Público de SC no projeto “Sede de aprender” garantiu um avanço histórico na infraestrutura escolar: SC zerou o número de escolas públicas sem abastecimento de água, conforme dados do Censo Escolar 2025. A partir do trabalho realizado ao longo de 2024 e 2025, duas escolas que não tinham abastecimento de água passaram a tê-lo, enquanto as escolas que não forneciam água potável passaram de 69 para 12. Os alunos afetados pela falta de água potável passaram de 13.906 para 1.483.
Seguindo a linha do projeto aprovada pela Assembleia Legislativa de SC e depois lei, sancionada pelo governador Jorginho Mello, derrubada em decisão liminar do TJ-SC e alvo de ação no Supremo Tribunal Federal, o Legislativo do Paraná começou a analisar projeto de lei que visa proibir cotas em universidades públicas do Estado. Veda a aplicação de cotas raciais, socioeconômicas ou de qualquer outra natureza em processos seletivos para residência médica e a reserva de vagas a candidatos transexuais, travestis, intersexuais e não binários. Lá como aqui (Udesc) as universidades já se manifestaram totalmente contrárias.
O jornalista Luís Ernesto Lacombe, que por vários anos militou na imprensa catarinense, ganhou uma ação contra o presidente Lula. Num texto jornalístico, comparou o presidente ao Diabo. A Justiça do Distrito Federal rejeitou a ação e Lula terá de pagar R$ 9.395 em custas processuais e honorários dos advogados do jornalista. Cabe recurso.
O acordo nacional obtido quanto ao uso do celular nas salas de aula do ensino médio e fundamental está longe de acontecer no ambiente de trabalho. Até agora não há uma regra específica na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), mas contratos, regulamentos internos e normas de segurança podem estabelecer limites, especialmente em atividades que envolvem riscos à integridade física, proteção de dados ou sigilo profissional.
Alguns especialistas aconselham: os limites precisam ser postos com o cuidado de não invadir a privacidade, a intimidade e a dignidade do trabalhador. Medidas como restrição durante a operação de veículos ou máquinas e políticas claras de segurança podem evitar acidentes e conflitos disciplinares. Decisões sobre o tema exigem equilíbrio entre segurança, produtividade e respeito às garantias do trabalhador.
A articulação entre entidades empresariais, poder público, iniciativa privada e sociedade civil já começa a produzir resultados concretos em Florianópolis. O Projeto Aliança por Floripa apresentou anteontem seus primeiros números, com a contratação de 17 pessoas que viviam em situação de rua para atuar em frentes de zeladoria urbana. Que sirva de exemplo para toda SC.