A 41ª edição da Oktoberfest Blumenau alcançou um novo recorde histórico de público em um único dia. Segundo levantamento da ElevenTickets, 82.475 pessoas passaram pelo Parque Vila Germânica no último sábado, superando a maior marca já registrada pela festa.
Saiu ontem o Ranking Universitário Folha, da “Folha de S. Paulo”, em sua 12ª edição, listando as 205 melhores universidades do Brasil, que novamente em no topo a Universidade de São Paulo (USP), seguida de perto pela Universidade de Campinas (Unicamp), em segundo. De SC comparecem a UFSC, em 7º; Udesc, 42º; Furb, 72º; Univali, 73º; Unesc, 86; Unisul, 89º; UFFS, 102º; Unochapecó, 117º; Univille, 126º; Unoesc, 139º; Uniplac, 194º; Uniarp, 198; e UNC, 200º.
O que parece ter e ser um bom propósito, como é o caso do uso de câmeras corporais acopladas aos uniformes dos policiais, acaba tendo um resultado frustrante, apesar dos milhões investidos. Um estudo do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania em SC, São Paulo e Rio de Janeiro detectou que 52% das gravações feitas nos anos de 2023 e 2024 não foi usada nos respectivos processos judiciais simplesmente porque, de forma inexplicável, não foram anexadas. Absurdo.
Quanto a SC, de 16 acórdãos avaliados em que as gravações das câmeras tiveram participação fundamental para a absolvição dos réus, em 12 a ausência, incompletude ou o acionamento tardio do equipamento contribuiu para fragilizar a versão da polícia.
O processo 5003446-32.2022.8.24.0091, de SC, é tido como exemplo da importância da produção de imagens como prova. A gravação registrou um adolescente que, embora não colaborasse com os policiais, não empregava violência física antes de ser atingido por um golpe. O TJ-SC reconheceu que a atuação policial não se justificava pela necessidade de conter o jovem. Ainda assim, os agentes foram absolvidos porque não foi possível identificar individualmente qual deles havia praticado a agressão.
Dentro dos pavilhões da Oktoberfest, em Blumenau, tem água, e de graça. A Ambev voltou a oferecê-la nesta edição e já disponibilizou mais de 25 mil litros, em pontos com torneiras do produto ultrafiltrado, onde os visitantes podem encher suas canecas gratuitamente quantas vezes quiserem.
Apesar do avanço das tecnologias, 46,8% dos pequenos negócios de SC ainda não comercializam produtos ou serviços por canais digitais. O dado integra um levantamento do Sebrae/SC que identificou dificuldades na utilização estratégica dessas ferramentas. O Diagnóstico de Maturidade Digital, realizado em maio passado com 889 pequenos negócios, revelou que 81,6% das empresas estão nos níveis inicial ou emergente de maturidade tecnológica. A pesquisa também apontou que 74,6% utilizam redes sociais e WhatsApp sem planejamento estruturado. Detectou-se ainda que 85,5% já tinham, até então, experimentado inteligência artificial, porém sem uso permanece concentrado na produção de conteúdo para redes sociais.
SC, que é um Estado que tem uma das piores posições no país na área, faz companhia ao Acre, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Tocantins entre os que ainda não instalaram a chamada instância de governança regional do saneamento básico. A afirmação é do Instituto Água e Saneamento (IAS). Somados, os sete Estados reúnem cerca de 20,3 milhões de domicílios, o equivalente a 25,6% dos 79,3 milhões de domicílios do país. Em SC são 3,1 milhões.
O prazo para sanar a situação é 31 de dezembro. Passado esse limite, quem não instalou as instâncias não terá acesso aos recursos federais destinados ao saneamento. As instâncias de governança regional são responsáveis por organizar aspectos centrais da política de saneamento, como planejamento, regulação, fiscalização, controle social e definição das formas de prestação dos serviços. SC adota um modelo próprio, mas tem projetos de lei em tramitação na Alesc para alterar o arranjo e seguir o federal. A região metropolitana de Florianópolis possui instância de governança metropolitana.