A participação sujeitará o infrator a multa administrativa de R$ 1 mil a R$ 50 mil, a ser fixada de acordo com a gravidade da infração e a reincidência, além da proibição de acesso a eventos esportivos no território estadual por prazo de até 24 meses; e participação obrigatória em programas ou atividades educativas relacionadas à cultura de paz, ao respeito às regras esportivas e ao combate à violência em ambientes esportivos.
A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária de SC inicia no próximo mês um programa de financiamento ao desenvolvimento rural, pesqueiro e aquícola do Estado com ênfase no fortalecimento e expansão do cultivo de café arábica em sistema sombreado, realizado em consórcio com bananeiras, palmeiras e espécies arbóreas nativas, especialmente nas regiões do Litoral e do Vale do Itajaí.
Muito antes de conquistar apreciadores exigentes no mercado de cafés especiais, tal forma de cultivo de café já fazia parte da identidade catarinense, a ponto de estampar a bandeira do Estado, criada em 1895. Agora, essa tradição ganha um novo impulso com o projeto. Nesse sistema o fruto do café tem a sua maturação mais lenta gerando uniformidade dos grãos. Esse conjunto de fatores, somado à latitude, maritimidade, clima e solo das regiões, resulta em cafés com perfil sensorial diferenciado, voltados ao mercado de cafés especiais brasileiro — segmento que segue em franca expansão.
A OAB-SC está celebrando uma conquista histórica: o início da instalação de novas varas federais em SC, pleito que mobilizou a seccional nos últimos três anos e resultou na aprovação de oito unidades. Cinco foram implantadas segunda-feira na sede da Justiça Federal: a 10ª Vara Federal de Florianópolis e a 7ª Vara Federal de Joinville, ambas de execução fiscal. E três das novas varas viabilizaram a criação da 4ª Turma Recursal do Juizado Especial Federal, em Florianópolis (matéria previdenciária). As demais unidades ainda não têm localização definida. A mobilização da OAB-SC demonstrou que SC tinha menos unidades e 14,51% mais processos federais que o Rio Grande do Sul e 15,31% superior ao Paraná, e que mais de 46 mil processos daqui tramitavam em varas de outros estados.
A CDL de Florianópolis está fazendo uma campanha de valorização do Centro da cidade com vários projetos estruturantes. Um chama a atenção pela simplicidade e custo: a instalação de varais de iluminação decorativa em vias estratégicas. Com o apoio e patrocínio de empresários, a iniciativa quer ampliar a sensação de segurança e, ao mesmo tempo, qualificar a ambiência urbana, incentivar a circulação de clientes e fortalecer o comércio local, além de contribuir para a criação de novos pontos de interesse turístico.
Correligionários próximos a Esperidião Amin dizem que desde que perdeu espaço para o vereador carioca Carlos Bolsonaro na disputa pelo Senado por SC, o senador tem sido alvo de uma surpreendente e espontânea onda de solidariedade, que o tem deixado comovido. São pessoas que fazem chegar a ele manifestações para que se mantenha firme no seu projeto de reeleição e que, nesse episódio, mereceria mais respeito pela sua extensa e verdadeiramente honrada biografia de mais de 50 anos dedicados à vida pública.
Chegou a estratosféricos R$ 93,2 bilhões o valor dos odiosos “penduricalhos”, extrapolando o teto constitucional de R$ 44 mil mensais, pagos somente em 2024 por Tribunais de Justiça, Ministérios Públicos e Defensorias, aponta estudo inédito publicado ontem pelo “Estadão”. Em SC foi R$ 1,4 bilhão, o equivalente a 2,9% de todo o orçamento geral do Estado naquele ano.
Diagnosticado com autismo em 2021, o juiz e professor Alexandre Morais da Rosa, 52 anos, foi nomeado desembargador do Tribunal de Justiça de SC em novembro de 2025. Natural de Florianópolis e egresso de escola pública, formou-se em Direito pela UFSC em 1997 e, desde então, construiu uma longa trajetória na área, tendo sido juiz auxiliar do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, entre 2022 e 2023. No trabalho, Alexandre usa o cordão de identificação para autismo como um símbolo de resiliência, já que muitos que tem diagnóstico são alvo de preconceito.
Nota, aqui, no dia 20, lamentando que um pequeno produtor de pitaia no sul de SC estava jogando fora sua produção devido ao baixo preço pago (R$ 3, em média por quilo) enquanto em alguns supermercados de Florianópolis estava por R$ 19, tem que ser atualizada. A coluna se deparou num deles, na zona central da Capital, cobrando abusivos R$ 39,90.