Caminhoneiro de profissão, o deputado federal Zé Trovão (PL-SC) é o maior defensor de sua categoria no Congresso Nacional, com vários projetos. O último, aprovado em dezembro na Comissão de Viação e Transportes, muda as regras de fiscalização de peso para caminhões de até 74 toneladas. Pelo texto, a verificação passará a ser feita apenas com base no peso bruto total do veículo, que hoje é feita por cada eixo (o conjunto que liga as rodas). O excesso em qualquer um deles pode gerar multa.
O ataque massivo e orquestrado nas redes sociais, para derrubar a credibilidade do Banco Central, com a ação de influenciadores vigaristas muito bem remunerados, dá uma ideia, desde já, e um tanto sinistra, do que as redes sociais farão nas eleições deste ano. Em todo caso, é menos pior que censura. Quem transgredir, que assuma as responsabilidades perante a justiça.
A Vinícola Grando, de Água Doce, no meio oeste de SC, está ultimando os preparativos para o lançamento do Villaggio Grando Residence & Resort, nos próximos meses. Será um complexo, um dos primeiros do Brasil com tal concepção, que unirá hotelaria, moradia e enoturismo dentro da área da vinícola.
Em 2023, após a derrota de Jair Bolsonaro ao Planalto, SC se tornou uma espécie de bastião do bolsonarismo, não apenas para preservar ideias do grupo, mas também para abrigar aliados. A “Folha de S. Paulo” registrou há dias o que poucos sabem até em SC: que naquele ano Jorginho Mello nomeou ex-integrantes do governo federal em sua administração, como o ex-presidente da Biblioteca Nacional Rafael Nogueira. Também deu guarida a uma das filhas da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Letícia Firmo. Desde então, ela ocupa um cargo comissionado em Brasília vinculado ao governo Jorginho Mello, de assistente de gabinete na Secretaria Executiva de Articulação Nacional.
Na Prefeitura de São José, na Grande Florianópolis, Silvinei Vasques, que foi diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal sob Bolsonaro, atuou como secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação. Foi preso há três semanas no Paraguai, durante uma tentativa de fuga.
Afastado pela Comissão de Arbitragem da CBF e, posteriormente, suspenso pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva por erro no clássico entre São Paulo e Palmeiras, em 5 de outubro, quando não anotou um pênalti cometido pelo palmeirense Allan em Tapia, o árbitro catarinense Ramon Abatti Abel está ressurgindo das cinzas: está participando da última fase eliminatória para a escolha dos árbitros que serão relacionados para a Copa do Mundo.
Nada como um histórico irretocável. Abatti teve uma ótima participação em encontros anteriores de preparação, além do desempenho elogiado no Mundial de Clubes realizado entre junho e julho de 2025, nos Estados Unidos, e nos Jogos Olímpicos de 2024, no qual comandou a final masculina. Tudo isso o credencia como o brasileiro favorito a ir à Copa. Por causa de um erro, quase virou um pária.
Um editorial do “Estadão” clamou pela necessidade dos brasileiros apoiarem o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, em estabelecer um código de ética aos seus pares e assemelhados. Boa intenção à parte, estarrece saber existir um país como o nosso com necessidade de um código de ética para sua corte maior. Mostra a total distorção em que se encontra. Ética se faz com exercício, não com uso de códigos.
Uma estatística publicada pelos cartórios de registro civil do Brasil mostra uma particularidade do comportamento feminino catarinense que chama a atenção: 60,60% das mulheres que casaram no Estado em 2024 optaram por não adotar o sobrenome do marido. Quem chegou mais perto delas foram as paranaenses, 54,50%, e depois as paulistas, 49,70%. Quem pouco se importou com isso foram as piauienses, com 9,60%.