Não é só no Legislativo de Florianópolis que há projeto em tramitação propondo restrições às bets. Há um também na Alesc, proibindo a publicidade de plataformas de apostas em espaços públicos, incluindo também bloqueios do acesso a tais sites por redes de internet oferecidas pelo poder público. O projeto é do deputado Napoleão Bernardes.
Quando o mundo viu Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho entrando com a cantora Madonna no show do intervalo da decisão da Copa do Mundo, domingo, entre Espanha e Argentina, muitos brasileiros pensaram que só assim mesmo para o Brasil estar na final. Verdade.
Finalmente, com caçambas despejando pedras, começaram semana passada as tão esperadas obras da marina da Avenida Beira Mar Norte, em Florianópolis, com investimento de mais de R$ 300 milhões. Como não mais se questiona o fim de uma “floresta urbana” que havia ali, impossível de ser reconstituída, nada surpreenderá se o ambientalismo-caviar conseguir novamente (foram tantas vezes) parar o projeto por qualquer outro motivo. Quem sabe o próximo seja o comprometimento do “habitat” dos baiacus que sempre estiveram por ali? Tudo é possível.
Criada no ano passado com a promessa de emitir títulos de especialista por um caminho não reconhecido pela legislação, a Ordem Médica Brasileira (OMB) protagoniza uma briga judicial contra o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Médica Brasileira (AMB) pelo direito de emitir as certificações.
No meio da polêmica está o presidente da OMB, Lucio Monte Alto, que chegou a ter o seu direito de exercer a Medicina suspenso por 30 dias em janeiro, após ser considerado culpado em um processo ético aberto pelo Conselho Regional de Medicina de SC. Em 2019, Monte Alto também havia sido punido com censura pública pelo mesmo Cremesc em outro processo por infrações similares. Ele disse ao “Estadão” ser alvo de perseguição do conselho por seus posicionamentos e que nunca sofreu nenhum processo por imperícia ou negligência médica por tratamentos indevidos oferecidos a pacientes
O projeto Preconceito Zero, iniciativa do Ministério Público de SC, da Federação Catarinense de Futebol e da Associação de Clubes de Futebol Profissional de SC, apresentado sexta-feira, prevê, entre outras medidas importantes, a adoção, nas competições organizadas pela FCF, do Protocolo Antirracismo e Discriminação, alinhado às diretrizes da FIFA e da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O procedimento prevê a paralisação, a suspensão e até o encerramento de partidas em casos de manifestações racistas persistentes.
Conforme antecipado aqui há semanas, a “Folha de S. Paulo” informou ontem que estrangeiros estão adquirindo, como nunca, imóveis no litoral de SC, em movimento impulsionado pelo home office e pelo crescimento dos nômades digitais após a pandemia. Uma informação chama a atenção: conforme o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SC) em uma imobiliária de Florianópolis 83% das vendas recentes de apartamentos na planta foram para argentinos. As demais foram para americanos e europeus, principalmente franceses e suíços, além de um interesse crescente de cidadãos dos Emirados Árabes Unidos.
A repercussão negativa envolvendo a publicidade de apostas online durante a Copa do Muno está causando reações em todo o mundo, no Brasil e também em SC. Em Florianópolis, um projeto de lei no seu Legislativo, ainda em tramitação, propõe a proibição de propagandas em espaços públicos. De autoria do vereador Afrânio Bopprè (Psol), apresentado em outubro de 2024, também restringe anúncios de bebidas alcoólicas, cigarro, pornografia e conteúdo adulto.
Houve comemorações na Polícia Militar de SC neste último final de semana com a apreensão, recorde no Estado, em Navegantes e Blumenau, de impressionantes 3,5 toneladas de cocaína, avaliadas em R$ 70 milhões.