Sob o impacto de cinco feminicidios no Estado nos ultimos dois dias, o Conselho Nacional de Justiça enviará para SC, nesta quinta-feira, uma comitiva em visita técnica para conhecer como funcionam os grupos reflexivos destinados a homens autores de violência doméstica, tidos como um modelo que pode subsidiar a elaboração de diretrizes nacionais. Nesses grupos, com participantes encaminhados pelo
Juizado de Violência Doméstica, eles são estimulados a repensar comportamentos e atitudes em encontros conduzidos por profissionais capacitados.
O Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (TRT-SC) aplicou multa por litigância de má-fé à autora de um processo após identificar que o recurso apresentado por sua defesa citava decisões inexistentes, inclusive do Tribunal Superior do Trabalho, alterava o conteúdo da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e incluía pedido que não constava na ação original.
O modelo Wolkswagen Tera encerrou o primeiro trimestre de 2026 como o veículo zero quilômetro mais buscado de SC, segundo a plataforma Webmotors. Na sequência aparecem Ford Ranger (2º) e Volkswagen Nivus (3º).
O responsável por este espaço denunciou ao jornal “Folha de S. Paulo”, sexta-feira, a publicação de mensagem, em seu portal, do leitor Raymundo Itaperu (de cidade ou Estado não revelado), que em manifestação acerca da maioria obtida no Supremo Tribunal Federal pela derrubada da lei de cotas raciais em universidades estaduais, privadas e comunitárias de SC que recebem recursos do Estado, afirmou, entre outras sandices, que o “povo catarinense é descendente de Adolf (Adolf Hitler) e Benito” (Mussolini).
Este espaço considerou a manifestação uma agressão aos 8,2 milhões de catarinenses que, sim, tem maioria de ascendência europeia e que também convive, lamentavelmente, como de resto em outros pontos do país, com células nazifascistas, que são sistematicamente denunciadas e com seus responsáveis punidos. Alertou o aludido leitor e o jornal do perigo de generalizações como a que foi publicada. Resultado: a denúncia foi aceita e o texto preconceituoso imediatamente removido. A “Folha” enviou mensagem informando da decisão e alegando que o leitor infringiu as regras de uso do site. Melhor seria se não tivesse sido publicado, não?
Longe de qualquer intenção de se promover, este espaço tomou a iniciativa – e não vai dar trégua de agora em diante – de denunciar publicamente, nestas linhas, quem nos agride pelas nossas origens e pelo que somos, sem que fossem dadas as devidas respostas. Respostas que deveriam começar pelas maiores autoridades do Estado, pelas entidades da sociedade organizada e de toda a mídia que, de forma covarde e omissa, salvo raríssimas exceções, se calam. Nesse silêncio, , agressões e inverdades seguidas e não contestadas vão se tornando verdades incômodas e injustas para todos os catarinenses, sejam nativos ou não, de todas as etnias e procedências, mas que tem em comum, estando aqui, imenso orgulho do lugar onde nasceram ou que os acolheu.
Pesquisa Genial/Quaest, realizada de 10 a 13 deste mês e publicada ontem no “Estadão” mostra que pela primeira vez em uma série histórica iniciada em 2022, mais da metade da população desconfia do Supremo Tribunal Federal: 53% disseram não lhe dar crédito, enquanto 41% confiam, não sabem ou não responderam. No primeiro levantamento, de 2022, 56% dos entrevistados tinham avaliação positiva do STF.
O que chama a atenção neste novo levantamento é a percepção de catarinenses, gaúchos e paranaenses: a rejeição à Corte nos três Estados sulinos é de 62%, a maior do país, vindo depois o Sudeste, com 59%.
A propósito, o senador Esperidião Amin (PP-SC) começou a contar quantas pessoas convidadas ou convocadas pelas CPIs do Crime Organizado e do INSS foram dispensadas por ministros “supremos”. Amin é relator de uma proposta de emenda à Constituição que garante o direito ao silêncio, mas torna obrigatória a presença de investigados e testemunhas em CPIs. No seu levantamento ele também quer descobrir qual “supremo” mas tem usado aquele deplorável e suspeito procedimento.