Responsável pela sonorização da imensa catedral-basílica de São Pedro, no Vaticano, a empresa italiana Orion se instalou em SC, em Itajaí, onde terminou uma instalação na majestosa Igreja do Santíssimo Sacramento. E está fazendo testes na Igreja Matriz São Virgílio, de Nova Trento.
Ontem foi a “Folha de S. Paulo”, em noticia curtinha, informar da representação do PL de SC no Tribunal Superior Eleitoral contra o presidente Lula por propagar discurso de ódio contra a população catarinense. A Procuradoria- Geral da República também foi acionada.
O temor de fraudes com inteligência artificial atinge 82% dos catarinenses, gaúchos e paranaenses, diz Pesquisa Observatório Febraban. Uma das maiores inquietações com o uso da tecnologia na região Sul são as fraudes, golpes e vídeos falsos. No levantamento 94% das pessoas disseram já ter ouvido falar de IA, em um nível pouco acima da média nacional (92%). Os que afirmaram conhecer bem a ferramenta na região somam 35%, enquanto 77% relatam que já tiveram com certeza algum contato com a tecnologia. Os que disseram já ter utilizado a IA chegam a 54%. Os que não a utilizam alegam principalmente o medo de errar ou receber notícias falsas (32%) ou a preocupação com privacidade e uso de dados (15%).
Levantamentos que embasaram o governo estadual para criar o Programa Sinal Bom, com investimento de R$ 830 milhões, para ampliar a cobertura de internet e telefonia móvel em comunidades rurais, pequenos municípios e ao longo das rodovias estaduais constataram uma realidade: embora SC possua 92,3% de cobertura total de internet, conta com apenas 48,12% de cobertura nas suas áreas rurais.
Diante da instalação, em ritmo crescente, de um clima de alarmismo quanto aos efeitos do El Niño, em reunião de comissão especial criada no Legislativo estadual a Federação Catarinense dos Municípios sugeriu ações de combate à desinformação. A entidade diz que já há muito alarmismo e é preciso que a população esteja a par do que deve ser feito em caso de eventos climáticos extremos.
A não ser o Correio Braziliense, o jornal lido pelos agentes do poder concentrados na capital federal, em nota breve, os demais grandes veículos da mídia impressa nacional ignoraram completamente a absurda fala racista do presidente Lula contra os catarinenses em discurso em Itajaí, há uma semana. Todos se ativeram na briga interna da complicada família Bolsonaro que, prova cada vez mais, só pensa em si. A propósito do clã: o ex-vereador Carlos Bolsonaro deixou o cargo, pelo qual recebia R$ 38 mil mensais, de dirigente partidário do PL, para se dedicar integralmente à campanha de senador por SC.
Desde que divulgou uma “nota de esclarecimento” para informar que decidiu deixar o comando do PL Mulher, Michelle Bolsonaro republicou no Instagram 12 posts de aliadas de diversos estados expressando gratidão e reconhecimento a ela, em meio à crise com Flávio Bolsonaro. Não tem nada lá da amiga de primeira hora, a deputada federal Caroline de Toni (PL-SC).
Estava demorando mas, finalmente, está sendo criada uma delegacia especializada na repressão à lavagem de dinheiro e na recuperação de ativos, com a finalidade de combater o crime organizado em SC. O eficientíssimo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), estava esperando por isso há muito tempo.
A Câmara dos Deputados aprovou anteontem o regime de urgência do projeto que criminaliza atos de misoginia, por 293 votos favoráveis e 158 contrários. Nas discussões, a deputada Julia Zanatta (PL-SC), integrante do grupo de trabalho que discutiu a proposta, após afirmar que “mulher quer é bandido na cadeia” questionou alguns pontos do texto colegiado que, na sua opinião, podem ameaçar a liberdade religiosa. No projeto está uma versão de misoginia: “é a prática, a indução ou a incitação de violência, de restrição ao pleno exercício de direitos ou de ofensa à dignidade da mulher, em razão da condição de mulher”.