A chegada do catarinense Juliano Floss no infame BBB 2026, que revelou que faz xixi sentado e veste roupas coloridas, é algo de estudo de “especialistas” em comportamento, para quem tais atitudes caracterizam o chamado “homem açucarado”, ou “femboy”. Eram, expressões que até agora eram usadas de forma pejorativa. Com Floss passaram a representar o sonho de muitas mulheres que fogem do padrão “hétero top”.
Agora no PSD, o governador de Goiás, Ronaldo Caiada, vai se ver diante de barreiras estaduais para bancar sua candidatura presidencial. Dizem os analistas que em SC o espaço do campo conservador é ocupado majoritariamente pelo PL e pelo bolsonarismo, o que reduz a capacidade do PSD de liderar um palanque próprio.
Referência no setor da construção civil e com forte compromisso em ações sociais na região da Grande Florianópolis, a WKoerich definiu que em seu extenso portfólio de apoios, via leis culturais, continuará com o projeto “Notas para a Vida”, que já tem sete ano e leva recitais de piano instrumental para dentro de UTIs, alas de oncologia e hospitais infantis.
Um dos oito projetos e lei que deram entrada neste início de 2026 na Assembleia Legislativa propõe a inclusão do arroz no cardápio da merenda escolar da rede pública estadual. O produto a ser servido deverá ser obrigatoriamente de produtores catarinenses. O objetivo da medida é estimular a produção estadual.
Saiu ontem uma (mais uma) das notícias mais espantosas sobre o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça: parentes (filhos, cônjuges, ex-cônjuges e irmãos) de ministros já atuaram em 1.921 processos nos duas mais importantes cortes de justiça do país.
Para refletir: o governo catarinense, que está sendo massacrado pela mídia nacional, não deixa de ter certa razão, acerca da proibição de cotas raciais em suas instituições de ensino superior (Udesc e universidade filiadas à Associação Catarinense das Fundações Educacionais) quando argumenta que elas devem ser sociais e não raciais e considerar o estado social e econômico da pessoa, não a cor da pele.
Afora a das cotas raciais e da obrigatoriedade de escolas terem banheiros para cada sexo, de uma vez só o governador Jorginho Mello sancionou, semana passada, importantes leis estaduais, destacando-se algumas na área da educação, como a que dispõe sobre a instalação de câmeras de monitoramento de segurança nas salas de aula (com recursos de gravação e armazenamento de imagens por um período mínimo de 90 dias), e que proíbe práticas de doutrinação política e ideológica nas escolas.
O que chama a atenção é o veto ao projeto de lei 447/2023, que proíbe a celebração do Dia das Bruxas (Halloween) nas escolas públicas estaduais. Conforme a justificativa, a proposta é inconstitucional porque “viola o princípio da reserva da administração e o princípio da independência e harmonia dos Poderes”. Também foi vetado totalmente projeto que obrigava a realização de exame toxicológico para estudantes que ingressassem nas universidades públicas estaduais.
De agora em diante tende a ser muito disputadas as eleições para conselheiros titulares em SC. Nova lei estadual que acaba de ser sancionada institui o piso salarial estadual mínimo de R$ 5 mil para eles, para jornada de 40 horas semanais. Pela lei, os municípios que estão pagando abaixo daquele valor – o que é a quase totalidade no Estado -, terão que se adequar.