A ausência de equipamentos públicos de segurança alimentar em Florianópolis contrasta com a realidade social da cidade e a coloca em posição inferior às médias das capitais estaduais da Região Sul e do Brasil, constata estudo do Ministério Público de SC, que analisou a presença de restaurantes populares, cozinhas comunitárias e bancos de alimentos nas capitais brasileiras. A pesquisa concluiu que a capital catarinense apresenta uma “grave carência na implementação de política sistemática de segurança alimentar urbana”.
O levantamento revela que Florianópolis não possui restaurantes populares nem cozinhas comunitárias em funcionamento e conta apenas com um banco de alimentos. A situação chama atenção diante das características do município: a cidade possui mais de 537 mil habitantes, PIB superior a R$ 58 bilhões e mais de 3,2 mil pessoas em situação de rua. Além disso, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social diz que mais de 1,4 mil famílias viviam em condição de insegurança alimentar na Capital catarinense em 2024.
Pela primeira vez, o chinês Omoda 5 foi o veículo zero quilômetro mais procurado em SC em setembro, segundo dados do Webmotors Autoinsights, ferramenta que fornece dados sobre o mercado automotivo com base nas buscas e visitas em anúncios da plataforma por usuários de todo o país. Na sequência, vem outro chinês, o Omoda 7 (2°), Ford Ranger (3°), GWM Haval H6 (4°) e o Jeep Avenger (5°).
Para os amantes da velocidade em SC, Chapecó está com tudo a partir de agora. Está abrindo uma nova pista no seu autódromo, que será o palco, entre 30 deste mês e 1º de novembro, das provas da Copa Truck, Nascar Brasil e Copa Hyundai HB20. Tudo com grande cobertura midiática.
Diz o portal do Senado que por lá começou a tramitar o projeto de lei 5.628/2026, que proíbe cursos de graduação a distância nas áreas da saúde (como é o caso do curso de medicina) e de educação física. A proposta já foi aprovada pela Câmara dos Deputados. O que espanta é saber que tais cursos existem. Socorro!
Das trocentas análises, explicações e avaliações sobre a espetacular virada de Lula na eleição de domingo, a coluna pescou uma que diz muito: que a candidatura de Flávio Bolsonaro nasceu sem nem ele próprio levar a sério, porque o papai queria sob qualquer custo,e morreu na praia. E o eleitor, sábio em sua maioria, preferiu a continuidade, por pior que fosse, à incerteza.
Uma análise se destacou ontem. Foi do “Estadão”, para quem “o terceiro mandato do petista foi de longe o pior de sua trajetória e ele só venceu porque a rejeição aos Bolsonaro superou a sua. Resta torcer para que Lula tenha consciência disso”. Torcemos, pois.
O Ministério da Agricultura informou na noite de domingo que um novo foco da doença de Newcastle foi identificado em um estabelecimento avícola no município de Coronel Freitas, em SC, dentro da área de restrição estabelecida após a primeira ocorrência na região. Nas duas, o comportamento do governo federal é o mesmo: só confirmar o fato e não anunciar providências, como que dizendo “vire-se governador”. Não vai fazer nada.
Passada a ressaca eleitoral, ontem mesmo foi dada a largada para as eleições de 2028, para prefeito. No quadro atual, o desafio do governador Jorginho Mello é manter ou até ampliar as prefeituras sob comando de seu PL. Tem 90 das 295.