Melina F. Figueiredo, recém graduada em Farmácia na UFSC e que agora está trabalhando no Reino Unido, divide com iminentes cientistas a assinatura de artigo publicada na edição online de sexta-feira passada, da prestigiada revista “Science”. O artigo enfoca que técnicas para controlar a respiração, como em ioga ou meditação, por exemplo, estão se tornando populares como alternativa para tentar relaxar e diminuir o estresse.
Tramita na Câmara dos Deputados projeto do Executivo, que concede prêmio individual de R$ 100 mil e auxílio especial mensal aos jogadores de futebol das seleções campeãs do mundo de 1958, 1962 e 1970. O auxílio será pago aos jogadores sem recursos, ou com recursos limitados, e respeitará o teto do salário-de-benefício (R$ 3.467,40). O Executivo explica que, nas comemorações do cinqüentenário da conquista da Copa de 1958, foi constatado que alguns de nossos heróis esportivos encontram-se financeiramente em condições indignas, desamparados e sem uma aposentadoria “que proporcione uma perspectiva de vida àqueles que tantas alegrias nos deram”.
Se passar, entre os beneficiados poderá estar o lagunense Mengálvio Figueiró, 71 anos, bicampeão mundial interclubes (62,63) e bicampeão da Libertadores (62,63) pelo Santos FC. O jogador esteve com a Seleção Brasileira na Copa de 1962 (foi o reserva de Didi), no Chile, quando o Brasil conquistou o bi-mundial. Representando o país, Mengálvio marcou 14 gols. Pelo Santos FC foi seis vezes campeão Paulista (60, 61, 62, 64, 65 e 67), cinco vezes vencedor da Taça Brasil (61, 62, 63, 64 e 65), entre outras conquistas. Em 1969 foi campeão do Torneo Finalización, jogando pelo Millonarios da Colômbia. O último paradeiro do ex-meia é São Vicente, cidade vizinha a Santos, onde mora modestamente com a mulher Claudina e as filha Fabiana e Alessandra, além do neto Nathan, de 4 anos, que Mengálvio acha que pode ser o sucesso de Pelé.
A prova máxima da incivilidade do catarinense está no fato de em algumas centrais do Samu a metade das ligações por telefone serem trotes. Não é mais um caso de educação, mas sim de polícia. E esta, a polícia, e os legisladores, estão demorando demais em tomar uma atitude.
Sobre a nota “Mais acessível”, um dos mais respeitados e equilibrados ambientalistas catarinenses, André Ferreira Freysleben reclama que em Urubici foi fechado o acesso ao conhecido Campo dos Padres, à cachoeira do Rio dos Bugres e outros locais turísticos de atrativo natural. Reclama que estão fechando estradas municipais impunemente em vários municípios catarinenses. Em Águas Mornas também. Simplesmente colocam um portão com cadeado e uma placa, e lá se vai uma estrada pública, bem inalienável e indisponível de uso comum do povo….
A prefeitura de Garopaba, com apoio do governo do Estado, é a primeira de Santa Catarina a trabalhar o turismo sob um novo olhar de agora em diante. A idéia é que ela se transforme na praia mais acessível de Santa Catarina, sejam portadores de necessidades especiais ou não. Após a realização de um inventário turístico que apontará quais são os atrativos naturais e culturais da região, será feito um diagnóstico e um planejamento turístico estratégico, com o viés da acessibilidade. Que ninguém esqueça que a acessibilidade é um direito, não uma conquista.
A Secretaria de Estado da Fazenda esclarece que o atraso nos pagamentos referentes às bolsas de estudo de 18 mil estudantes universitários ( Artigo 170) não foi por razões financeiras. Teria ocorrido por motivos operacionais na Secretaria de Educação com a mudança do seu secretário. Os convênios, que já estavam prontos para assinatura, precisaram ser modificados. Isso se chama incompetência.
A Confederação Brasileira de Handebol e o governo catarinense definiram as cidades que vão receber os jogos do Campeonato Mundial Feminino da modalidade, em novembro de 2011. Florianópolis, Joinville, São José, Brusque e Balneário Camboriu receberão as 24 seleções. O custo estimado da competição caiu de R$ 18 milhões para R$ 12 milhões porque as prefeituras assumiram despesas de pessoal para limpeza e de administração das instalações no intervalo entre os jogos.
Os números de impugnações pelos Ministérios Públicos Eleitorais nos Estados cresceu até 120% se comparados com 2006. A impugnação é uma contestação a uma candidatura feita durante o processo de registro, que pode ou não ser aceita pelos tribunais regionais eleitorais. Em Santa Catarina elas cresceram 83%. E no ranking dos crimes eleitorais a posição catarinense é média. Ocupa a 14ª , ,com 496 processos de investigação abertos nos últimos quatro anos. O Rio lidera com 3.409 processos, a maioria por compra de votos ou inscrição fraudulenta de eleitores.
O Ibama aplicou 2.400 multas em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul nos 10 primeiros meses do ano passado. Mas sua burocracia e incompetência são de tal monta que só recebeu o equivalente a 0,2% do valor que aplicou de janeiro a outubro de 2009.