Monopólio
A Celesc acaba de vencer na Justiça uma disputa contra o monopólio exercido pela ECT, que não admitia o fato da concessionária de energia entregar a fatura a seu cliente simultaneamente à medição do gasto.
A Celesc acaba de vencer na Justiça uma disputa contra o monopólio exercido pela ECT, que não admitia o fato da concessionária de energia entregar a fatura a seu cliente simultaneamente à medição do gasto.
Excelente notícia. A UFSC espera terminar em seis meses, junto ao Hospital Universitário, em Florianópolis, a construção de uma ala para queimados e vitimas de acidentes com produtos perigosos. Com 600 m2 e 12 leitos, terá também um banco de pele, o segundo do Brasil.
No Dia Mundial sem Carro, comemorado ontem, não houve comemoração Florianópolis. Ironicamente, a decantada capital dos catarinenses é tida como a que tem a pior mobilidade no Brasil.
Uma discussão de décadas chegou ao fim. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que moradores de vilas em ruas fechadas não podem ser obrigados a pagar taxa de condomínio.
Dizem as colunas de potins que a atriz blumenauense Vera Fischer, que já recebeu alta, permanece em uma clinica de reabilitação do Rio de Janeiro porque teria medo de se encontrar de novo com “pessoas do mal”, ou seja, aquelas que a fizeram cair e ficar no trágico mundo das drogas.
Ainda sem representação em SC , o Partido Ecológico Nacional (PEN) protocolou pedido de registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O PEN afirma que já conta com mais de 500 mil assinaturas de apoiamento de eleitores e que nove tribunais regionais eleitorais (TREs) já concederam o registro estadual.
Desperdício
Nessa maré de moralidade no Legislativo catarinense, que tal abortar o projeto de resolução da Mesa – e com ele os sete cargos comissionados, certamente já mapeados quanto a quem vai ocupá-los – que cria a Secretaria Executiva de Relações Institucionais? É de interesse público mais esta despesa? Nenhum ou quase nada. O que muito deputado vê nessa instância é a possibilidade de fazer turismo. Essa é a verdade que não se quer admitir.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fará a palestra “Para onde caminha o Brasil”, dia 6 de outubro, às 20 horas, no auditório da Associação Catarinense de Medicina, em Florianópolis. Porque seu cachê está entre os mais altos do Brasil, os ingressos custam R$ 140, R$ 100 para associados da Associação Comercial e Industrial (ACIF) e R$ 70 para estudantes. Quem quiser participar do jantar com FHC tem que pagar R$ 500. E a metade se for estudante.
As enchentes deste mês em SC fizeram surgir algumas boas idéias. A bancada estadual do PT, por exemplo, protocolou projeto de lei que visa a constituição de uma reserva de 1% da receita liquida para o atendimento emergencial em casos de catástrofes ambientais. Em Tubarão, a Câmara de Vereadores aprovou esta semana a Secretaria Municipal de Defesa Civil, em iniciativa incentivada pelo secretário estadual de Defesa Civil, Geraldo Althoff, que é tubaronense.
O governador Raimundo Colombo, que aumentou sua popularidade na Capital com a decisão de concluir a duplicação da SC 401, a rodovia mais movimentada do Estado, entre o Centro e o norte da Ilha, prometeu ontem que a obra será entregue até o final do ano. Caso contrário, ele sabe, será um caos para a vida da cidade. E para sua credibilidade e governabilidade também.
Depois de quatro horas de debates, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou ontem o projeto de reforma do Código Florestal, acolhendo o texto do relator, senador Luiz Henrique (PMDB-SC), que fez correções de inconstitucionalidades. Novos ajustes ficaram para as demais comissões que analisarão a matéria. O projeto segue agora para a Comissão de Ciência e Tecnologia, onde poderá ser alterado no mérito. Uma das mudanças deve ser a inclusão de regras para remunerar agricultores que mantiverem florestas em suas propriedades, como pagamento por serviço ambiental.
Acerca de nota sobre indenização ganha por promotor de vendas flagrado, em Florianópolis, tomando cerveja de concorrente, o que teria sido o motivo de sua demissão sem justa causa, dias depois, a Vonpar Bebidas informa que até agora a decisão do Tribunal Superior do Trabalho não foi publicada e, portanto, não tem conhecimento de seus fundamentos jurídicos. Respeitosamente, a empresa discorda da decisão, reforçando que não houve qualquer ofensa moral ao ex-colaborador, dispensado sem justa causa, inexistindo a discriminação alegada. Após a publicação do acórdão, entrará com o recurso cabível visando reverter a condenação.
Faltou aos deputados estaduais, na discussão acerca das vantagens ou não da venda de 49% das ações da Casan, uma avaliação sobre o desempenho dos serviços municipais de água e esgoto (Samaes), muitos deles criados porque a estatal não dava conta do recado. Salvo algumas exceções, é excelente e com elogios da população. Joinville é um exemplo.
Depois das enchentes recentes em SC se fica sabendo de fatos deploráveis. O de agora é o desaparecimento de lanchas doadas por um país europeu. A propósito: que paradeiro teve o inquérito sobre o desvio de doações por soldados do Exército em 2008? E nada mais se soube da investigação do sumiço de roupas que foram doadas pelo povo brasileiro e vendidas em Itajaí, na mesma época.