Ela relatou que essas comunidades cobram das famílias, recebem dinheiro dos municípios, do Estado e, em alguns casos, até de verbas federais. Contou que em um dos estabelecimentos com atividades suspensas recentemente, o Ministério Público constatou casos de trabalho escravo, com internos trabalhando no haras de um dos proprietários da clínica.
Chama a atenção projeto do deputado Marquito (Psol) que começou a tramitar na Assembleia Legislativa: proíbe a aquisição de armamentos, artefatos, veículos, dispositivos, equipamentos, sistemas e serviços de segurança pública, defesa ou inteligência provenientes do Estado de Israel pelos órgãos e instituições do Estado de SC.
A Gol anunciou um incremento de voos para o aeroporto de Florianópolis, entre dezembro deste ano a fevereiro de 2026, de 3.240 para 3.689 pousos e decolagens (458 a mais). O número de assentos passará de 594 mil para 681 mil.
O cidadão catarinense que pretende tirar a primeira Carteira Nacional de Habilitação precisa trabalhar, em média, mais de quatro meses e meio. Um absurdo. É o 16º Estado onde mais se demora para conseguir o dinheiro da primeira CNH em todo o Brasil. O cálculo foi feito pela Secretaria Nacional de Trânsito.
Aqui, o valor da CNH A+B é de R$ 3.404,36 e a renda média per capita é de R$ 2.601. Comprometendo-se 30% dessa renda, tem-se R$ 780,30 por mês para juntar até conseguir dar entrada no processo de obtenção da habilitação. Dessa forma, um catarinense levaria 4,36 meses para conseguir o dinheiro necessário.
Em boa hora, o Ministério dos Transportes está preparando um projeto que promete uma redução de até 80% no custo. Dará liberdade, a qualquer um, de escolher onde e como fazer as aulas preparatórias, que poderão ser realizadas tanto nas autoescolas quanto em curso teórico oferecido gratuitamente pela Secretaria Nacional de Trânsito. A parte prática poderá ser feita com instrutores autônomos devidamente credenciados pelos Detrans, porém sem obrigatoriedade de carga horária mínima, como ocorre atualmente.
O ex-senador Nelson Wedekin, que escreve artigos de teor político sob o pseudônimo Tito Guarniere, deu o título “Mudou o vento” na última publicação. Nela diz que “… no andar da carruagem, parece que a sorte mudou de lado. Tudo o que Lula e o governo fazem dá certo, enquanto os adversários da direita, do bolsonarismo e do centrão, amargam sucessivas derrotas”.
Com a despedida (teatral diga-se de passagem) de Luís Roberto Barroso começa a corrida para sua vaga no Supremo Tribunal Federal. Escolha política, evidentemente, onde conhecimento jurídico e reputação ilibada é um detalhe de importância mínima. Qualidades e virtudes que, salvo melhor julgamento, parecem faltar nos pretendentes e igualmente teatrais e bajuladores ministros Jorge Messias (AGU) e Bruno Dantas (TCU), e no senador Rodrigo Pacheco. Socorro!
O ministro catarinense do Superior Tribunal de Justiça, Marco Buzzi é, indiretamente, personagem de um caso que começa a ganhar repercussão nacional. Esta semana a Polícia Federal pediu ao ministro “supremo” Cristiano Zanin autorização para aprofundar investigação sobre vendas de decisões judiciais. Um dos alvos é a filha de Buzzi, Catarina, advogada, que teria relacionamento pessoal com um dos donos da empresa Fource, Haroldo Augusto Filho, a quem se atribui “influência direta” em gabinetes do STJ.