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Pobre falsa

4, outubro, 2012

A Advocacia-Geral da União (AGU) evitou, na Justiça, que fosse concedida indevidamente assistência jurídica a uma mulher catarinense que entrou com um pedido de indenização contra a Anvisa por danos morais resultante da possibilidade de rompimento das próteses mamárias de silicone certificadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Na ação, ela mencionou estar desempregada e solicitava assistência judiciária gratuita. Apurou-se ela é proprietária de dois automóveis, sócia de lojas de confecções em shopping localizado em área nobre, além de ter sido submetida à cirurgia plástica estética.

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