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COLUNA DE HOJE – 23/01/13

23, janeiro, 2013

Marajás e párias
Na reunião do Colegiado, segunda-feira, o governador Raimundo Colombo expôs diferentes cenários de sua gestão, atual e futura. O maior problema é o gasto da folha de servidores e o custeio da máquina, que comprometem boa parte da receita. Não se referiu, embora fosse assunto constante nos bastidores, a inevitáveis investidas da Assembléia Legislativa, Tribunal de Contas, Judiciário e Ministério Público quanto a novas elevações no seu duodécimo, o que cada um tem direito, constitucionalmente, a partir da receita do Estado. Estas sempre tiveram como justificativa o aumento do custeio (como se não existisse, e muito mais alto, no Executivo com suas secretarias, autarquias, fundações, etc.), mas que no fundo tem servido quase que unicamente para majorar salários de seus servidores e promover a criação de odiosos privilégios e, com eles, verdadeiras categorias de marajás. O auxílio-moradia de R$ 4,3 mil e o rateio de sobras, de dezenas de milhões do duodécimo, no final de 2012, milhões que deveriam retornar para o Executivo, são dois exemplos recentes. Enquanto algumas centenas de marajás se aproximam de salários de R$ 30 mil (fora penduricalhos, sem tributação) o Executivo se aperta todo porque tem que pagar o mínimo de R$ 1,5 mil para seus professores e servidores da saúde, tidos como verdadeiros párias.

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  1. Nelson
    23, janeiro, 2013 em 22:41 | #1

    Raul, gostaria de saber se os recursos do FUNDEB continuam neste ano sendo desviados ou surrupiados da educacao basica para a casta previlegiada ( Tribunal de Contas, Assembléia Legislativa, Ministerio Publico, etc), em detrimento do ensino básico de SC. Caso essa situação esteja acontecendo gostaria de ver divulgado!!!!!!!!

  2. Rogério
    24, janeiro, 2013 em 12:19 | #2

    Ganhou quanto para essa matéria? Ora, se quer resolver algum problema, basta sugerir a extinção dos cabidões regionais! Sugerir a extinção dos superfaturamentos etc.! Quanta demagogia!

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