Frigideira
12, setembro, 2013
Pelo que se lê nos potins políticos e pelo que se ouve nos corredores ministeriais de Brasília, o catarinense Manoel Dias, ministro do Trabalho, está em banho-maria depois que seu assessor imediato, o secretário-executivo da pasta, Paulo Roberto Pinto, perdeu o cargo sob suspeita de desviar R$ 400 milhões. Atenção leitor: R$ 400 milhões!
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Gostando ou não de Manoel Dias, o fato é que a roubalheira já começou muito antes de esse catarinense assumir o ministério. Não é justo que ele pague tão caro por um assessor seu ser tão mau! Se tivesse sido ele quem escolheu o subordinado e a roubalheira tivesse começado depois de sua assunção, aí, sim, ele deveria ser responsabilizado e, talvez, “fritado”.