Página Inicial > Sem categoria > Discriminação

Discriminação

13, setembro, 2013

Ambientalistas histéricos descobrem a existência de uma rã e por isso exigem do governo estadual um intolerável gasto extra de R$ 18 milhões em dois elevados para que elas possam ir de um lado a outro de uma rodovia no sul. Mas o que dizer da Usina Hidrelétrica Garibaldi, na região de Lages, cujo lago, de 42 km, inundou propriedades de 200 famílias devido a um erro técnico? Pior: o enchimento do reservatório foi iniciado sem licença ambiental. Os ambientalistas silenciam.

Categorias:Sem categoria Marcadores:
  1. João
    13, setembro, 2013 em 10:02 | #1

    Até quando umas rãzinhas vão aumentar em milhões e milhões de reais as obras de estradas? Será que ninguém vai interceder? Cadê o Ministério Público? Cadê a defesa do interesse da grande maioria dos caterinenses???

  2. carlos
    13, setembro, 2013 em 12:03 | #2

    Um delinquente certa vez falou uma história de rãs impedindo estradas. Com soi acontecer nessa nossa civilização rasteira, que ouve algo e já sai dando pitacos sem sequer ter se inteirado do assunto, repete-se o argumento à exaustão, como se fosse verdade. Pergunto: alguém leu o relatório de impacto ambiental da estrada? Sabe-se efetivamente as razões para a exigência dos dois viadutos? Parece a história da ferrovia do frango, que ganhou o noticiário por esses dias por ter sido objeto de medida cautelar do TCU suspendendo a licitação por conta de uma suposta exigência de que o traçado seja definido somente após o estudo de viabilidade. Na verdade, a cautelar foi motivada “apenas” por haver superfaturamento no edital, só isso. Mas alguém por acaso leu o Despacho do Ministro?

  3. carlos
    13, setembro, 2013 em 12:05 | #3

    Ainda sobre os viadutos: a sua construção foi ocasionada por ação do Ministério Público Federal, que entendeu que a estrada asfaltada não pode dividir o parque ao meio, é preciso preservar a circulação das espécies. Mesmo motivo, aliás, para o IBAMA rejeitar a usina de Paiquerê, que acabaria com o corredor ecológico do rio Pelotas.

Os comentários estão fechados.