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Uma promessa ao leitor, desde já, para deixar tudo transparente: jamais este colunista utilizará este espaço para promoção pessoal ou de terceiros. Só lhe interessa a boa informação.
É a chamada “ambulancioterapia”. Diariamente cinco veículos se deslocam da cidade de São José do Cedro, quase na fronteira com a Argentina, lotadas de pacientes para serem atendidos em Chapecó ou Florianópolis.
Como se constata muitos casos por aí, é importante informar que não é possível a existência de duas uniões estáveis paralelas. O entendimento é do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em decisão unânine. O argumento é que a lei exige como um dos requisitos fundamentais para o reconhecimento da união estável o dever de fidelidade, incentivando, no mais, a conversão da união em casamento.
De novo isso? A pergunta aflora diante da noticia de que o governo estadual vai estruturar suas ações no turismo em 14 segmentos prioritários: aventura, ecoturismo, bem-estar, cultural, ferroviário, esportes, GLBT, lazer e entretenimento, maior idade, náutico, negócios e eventos, rodoviário, rural, e sol e praia. Mas isso já não foi feito em governos anteriores?
No seu cantinho, discretíssimos, mas acompanhando tudo, os presidentes do Figueirense, Nestor Lodetti, e do Avaí, João Zunino, acompanham a implosão do famigerado Clube dos 13, dos cartolas que mandam e desmandam no futebol brasileiro desde sempre. Botafogo, Flamengo, Fluminense, Vasco e Corinthians decidiram romper com o tal clube, ontem.
Continua rendendo muito bate-boca em Florianópolis a escolha de um enredo em homenagem a Cuba por parte da escola de samba União da Ilha da Magia. Há os que acham que tal escolha representa uma apologia à ditadura de Fidel Castro. Exagero. Quem lê a letra vê que a intenção é homenagear seu povo, não seu títere.