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Não tinha escapatória. São coisas inevitáveis da política. Em seu primeiro dia de trabalho, ontem, a ministra Ideli Salvatti visitou o Senado e teve que se curvar, quase beijar a mão, do seu presidente, José Sarney. Para o bem ou para o mal (e bem mais para o mal) o maranhense continua mandando e desmandando neste país, infelizmente.
De gosto discutível, por expressar explícito colonialismo cultural, a rede varejista Havan apresenta à imprensa, amanhã, a maior réplica brasileira da Estátua da Liberdade, instalada no loja de Barra Velha, no litoral norte catarinense.
Houve quem fosse contra a ida do governador Raimundo Colombo à solenidade de posse de Ideli Salvatti no Ministério das Relações Institucionais. É muita pequenez política. Seria inadmissível, uma incivilidade, não ir. SC vai precisar da ajuda da ministra muito mais do que a maioria pensa e imagina.
Aposentado por cardiopatia grave em 2003, o procurador da Assembléia Legislativa, Saulo Vieira, tem “saúde” o bastante para suportar a desgastante presidência do Sapiens Park, o complexo de alta tecnologia bancado pelo governo do Estado no norte da Ilha de SC.
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) apresentou projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, deputado, senador, presidente etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública. Se passar, as conseqüências, sem dúvida, serão as melhores possíveis, começando pela melhora da qualidade do ensino.