Toga suspeita 3
23, maio, 2017
Outra reação partiu da Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC), que ontem pediu a Torres Marques, a “elucidação dos fatos”. Santore teve seu nome aprovado por duas comissões (da OAB e do TJ-SC) para a vaga, quando muitos sabiam, de antemão, que ele não reunia as devidas exigências, que ficaram demonstradas em ação civil proposta pelo advogado Rodrigo Lana junto à Justiça Federal. Lana demonstra, em suma, que Santore não havia exercido a advocacia por no mínimo 10 anos. Foi técnico judiciário auxiliar de novembro de 2008 e dezembro de 2010 como servidor em estágio probatório à disposição da Secretaria de Estado da Fazenda, mas sua exoneração do Judiciário aconteceu somente em 2012.
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Eu acertei mais que ele na prova da magistratura e nem cheguei perto de passar e agora o cidadão é desembargador, não tem competência nem moral.