Pouco caso

6, junho, 2017

A propósito da decisão UFSC de fazer apenas quatro perguntas de Filosofia e Sociologia em seu próximo vestibular, candidatos ao exame remetem a este espaço sua revolta com as pegadinhas nas valorizadas provas de Língua e Literatura Brasileira e Portuguesa. Perguntam o que querem aferir os nobeis de literatura das nossas universidades, que impõem a leitura de diversos livros de autores catarinenses e, na prova fazem indagações do tipo se tal verbo, tirado de uma frase de um dos livros indicados para leitura, está no tempo presente do indicativo, futuro do pretérito ou se trata de verto transitivo direto, indireto, perfeito, mais-que-perfeito e por aí afora. E nada sobre o personagem principal do livro lido ou do seu autor, por exemplo. O resultado, além da indignação, é mais um desestímulo à leitura, que já não está entre os maiores gostos dos jovens candidatos à universidade.

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  1. Léo
    6, junho, 2017 em 08:07 | #1

    Vestibulares e concursos são só pegadinhas… Ambos deviam ser “vocacionados”, pois em ambos aprovam pessoas nem sempre preparadas para o curso/trabalho…

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