Atitude

12, junho, 2017

Espera-se que a Fundação Catarinense de Cultura ou mesmo a Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte venham a público se manifestar sobre a promulgação de lei que humilha a ambas, na medida em que, agora, qualquer deputado pode se arvorar no direito de, através de projeto e com aprovação de seus pares, declarar o que eles acham que devem declarar como patrimônio histórico, artístico e cultural de SC. Sendo assim, para que serve o Conselho Estadual de Cultura que tem, dentre outras, aquela atribuição especial? Só faltava mais essa na cultura, esporte e turismo, áreas historicamente destratadas pelas administrações públicas estaduais desde o sempre. Perguntar não ofende: que tal se começar a declarar políticos como patrimônios históricos, artísticos e culturais inúteis?

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