Decepção
12, junho, 2017
Cinco operadores do Direito ouvidos pela coluna sobre o desempenho do ministro Admar Gonzaga, que tem origens familiares em Florianópolis, no julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral, foram unânimes: arrogância à parte, deixou muito a desejar e causou estupor e espanto ao dizer que não havia prova segura e cabal de que as doações da campanha presidencial de 2014 tenham decorrido do esquema ilegal.
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