COLUNA DE HOJE: 06-07-2017
Questão de honra
Nunca é tarde para se reparar uma injustiça. Candidato aprovado para vaga de agente penitenciário no Presídio de São Pedro de Alcântara e alijado do certame, teve seu posto restituído judicialmente anteontem. Na fase de investigação, feita pela Secretaria de Justiça e Cidadania, ele omitiu que seu pai já fora preso e de que sua irmã possui cadastro de visitante em estabelecimento penal para encontrar-se com detento suspeito de ter ligações com integrante de organização criminosa. Não disse porque seu pai é falecido e por desconhecer o caso de sua irmã. O desembargador Luiz Fernando Boller, relator da ação, anotou que o candidato tem uma ficha impoluta: prestou oito anos de serviço militar no 63º Batalhão de Infantaria, tem título de Honra ao Mérito conferido pelo Ministério da Defesa e Medalha de Honra, pelas Nações Unidas, em reconhecimento por sua participação na Missão para a Estabilização no Haiti, em 2004.
Tem bandido em tudo quanto é posição e cargo, e uma pessoa sem QUALQUER desabono é desclassificado em um concurso por delitos (ou possíveis) de familiares????