Gênero 1
4, agosto, 2018
Se o Sindicato das Escolas Particulares de SC (Sinepe) simplesmente cumprisse a lei, não figuraria, hoje, com a imagem de preconceituoso e inimigo de pessoas trans, transexuais e travestis por ter contestado, em ação declaratória, sem sucesso, resolução da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República para que nas suas filiadas se reconhecesse, como em nas demais, o nome social para os alunos cuja identificação civil não reflita adequadamente sua identidade de gênero. É pelo nome social que tais pessoas preferem ser chamadas cotidianamente, em contraste com o oficialmente registrado que, para elas, não reflete sua identidade de gênero.
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