Fica-não-fica
9, novembro, 2018
Integrantes do grupo de transição do governador eleito Carlos Moisés da Silva já começam a ser assediados, com pedidos de cargos, de forma direta e indireta. A segunda estratégia é adotada por alguns membros do atual governo, que gostariam de permanecer. A resposta que recebem é “vamos ver”. Todos sabem que o critério de escolha é técnico, não mais político. E competência, lógico. A conferir.
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