Sombras
1, dezembro, 2020
A Igreja Católica e seu comando supremo, no Vaticano, tem lá suas esquisitices. Uma delas, e intrigante, porque nunca houve uma explicação oficial, envolve o arcebispo de Salvador, o brusquense dom Murilo Ramo Krieger, que comanda a arquidiocese da capital baiana desde 2011. Ele nunca recebeu o barrete cardinalício, acessório de veste litúrgica usada durante as celebrações, que demostra sua autoridade e seu juizado. Não está só: o mesmo acontece com o arcebispo de Milão, dom Mario Enrico Delpini.
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